October Tide — Of Wounds To Come letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Of Wounds To Come" de October Tide.
Letra
Cast aside my will
Decomposing soul, abandoned and cold
Every step is a foot in the grave
Admitting the pain is too profound for the brave
I release you from my arms again
No, this is not my burden
Lifeless, always
Your words will remain
But your image, a crooked frame
With a mind like seasons, there’s no chance for reason
The withering brings promise of dichotomy
Reflections of what I’ve done, our requiem
The horizon is a reminder, of wounds to come
The smoke will lead you home
If I could only burn
The words I’ve yet to learn
I saw the light in the sky
We weren’t always so blind to the lies, devouring life
When the last star falls, who’s to blame
For the eternal night, of wishes reclaimed?
The dawn of a new day, same faces, new pain
To carry on would be insane
I release you from my arms again
No, this is not my burden
Close your eyes and breath
Time to leave, this will be the end
Where do I begin?
This was a mistake, I have nothing to say
Your pain is well deserved
I’ve lived and loved, and all I’ve learned
(We can) We can only promise to burn
Marvel at the bridges flame, wonder why they never came
End of all
They consider the body a temple
Tear down the walls
The horizon is a reminder, of wounds to come
Tradução da letra
Põe de lado a minha vontade
Alma em decomposição, abandonada e fria
Cada passo é um pé na sepultura
Admitir a dor é demasiado profunda para os corajosos
Liberto - te dos meus braços outra vez
Não, este não é o meu fardo.
Sem vida, sempre
As tuas palavras permanecerão
Mas a tua imagem, uma moldura torta
Com uma mente como as estações, não há hipótese de uma razão
O definhamento traz a promessa de Dicotomia
Reflexões do que eu fiz, o nosso requiem
O horizonte é um lembrete, das feridas vindouras
O fumo vai levar-te para casa.
Se eu pudesse queimar
As palavras que ainda não aprendi
Eu vi a luz no céu
Nem sempre fomos tão cegos para as mentiras, devorando a vida.
Quando a última estrela cai, de quem é a culpa?
Para a noite eterna, de desejos reclamados?
O amanhecer de um novo dia, as mesmas caras, nova dor
Continuar seria uma loucura.
Liberto - te dos meus braços outra vez
Não, este não é o meu fardo.
Fecha os olhos e respira
Está na hora de Partir, este será o fim.
Por onde começo?
Isto foi um erro, Não tenho nada a dizer.
A tua dor é bem merecida.
Vivi e amei, e tudo o que aprendi
Só podemos prometer queimar
Maravilhem-se com a chama das pontes, perguntem-se por que nunca vieram
Fim de tudo
Consideram o corpo um templo
Derrubem as paredes
O horizonte é um lembrete, das feridas vindouras