Obscure Sphinx — Waiting for the Bodies Down the River Floating letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Waiting for the Bodies Down the River Floating" de Obscure Sphinx.
Letra
Inside the pain, I count how many breaths I have left
Inside the pain, I count how many heartbeats I have left
Inside the pain, I feel the lack of impulse in my flesh
Inside the pain, I have no strength to breathe in the air
Inside the pain, no more caressing spiked memories
I miss you
Or maybe I don’t
I know you would like me to Insides crumbled with the vice of hopeless thoughts
Look at what you’ve done don’t turn away from my corpse
My existence smashed against the wall
See how fast it starts to decompose
Why me?
Insides crumbled with the vice of hopeless thoughts
Look at what you’ve done don’t turn away from my corpse
My existence smashed against the wall
Be transparent something I can easily ignore
When unrelenting voices
Try to exert control
Sit by the river
And watch the bodies flow
In prayer
Fold your hands
In prayer
Bowels burn
In prayer
All my faith
In prayer
Multiple collecting of self
Putting pieces together
Something finished
To be a human as expected
Uniform, a closed constellation
Fixed pattern of hemoglobin
Insides crumbled with the vice of hopeless thoughts
Look at what you’ve done don’t turn away from my corpse
My existence smashed against the wall
See how fast it starts to decompose
Tradução da letra
Dentro da dor, conto quantas respirações me restam
Dentro da dor, conto quantos batimentos cardíacos me restam.
Dentro da dor, sinto a falta de impulso na minha carne.
Dentro da dor, Não tenho força para respirar no ar.
Dentro da dor, nada de acariciar memórias espigadas.
Saudades
Ou talvez eu não
Eu sei que queres que eu fique por dentro, desfeito com o vício dos pensamentos desesperados.
Olha o que fizeste. não vires as costas ao meu cadáver.
A minha existência foi esmagada contra a parede.
Vê a velocidade a que começa a decompor-se.
Porquê eu?
As entranhas desmoronaram-se com o vício dos pensamentos desesperados.
Olha o que fizeste. não vires as costas ao meu cadáver.
A minha existência foi esmagada contra a parede.
Seja transparente algo que eu possa facilmente ignorar
Quando vozes incansáveis
Tente exercer controlo
Senta - te junto ao rio
E observem os corpos a fluir
Em oração
Dobre as mãos.
Em oração
Os intestinos ardem
Em oração
Toda a minha fé
Em oração
Colecção múltipla de auto
Juntar peças
Algo acabou.
Ser um ser humano como esperado
Uniforme, uma constelação fechada
Padrão fixo de hemoglobina
As entranhas desmoronaram-se com o vício dos pensamentos desesperados.
Olha o que fizeste. não vires as costas ao meu cadáver.
A minha existência foi esmagada contra a parede.
Vê a velocidade a que começa a decompor-se.