O.R.O. (Onde Radio Ovest) — A mio fratello letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A mio fratello" de O.R.O. (Onde Radio Ovest).

Letra

La voglia di abbracciarti è zero
Col tuo sorriso finto in faccia a me.
Il nostro è quasi un odio vero
È un filo nero che mi lega a te.
Non siamo mai cresciuti insieme,
io qui dai nonni tu non so.
Fratelli anelli di catene,
di fuori uguali e dentro no….

Io vorrei contare su di te
aiutarti quando sei nei guai.
Essere tuo amico e tu di me
ma nel tuo rifiuto morirei.
Parli solo al singolare tu
come se non esistessi io.
Che ora mi allontano sempre più
da te fratello mio….

La nonna lo diceva sempre
Che per la mamma il primo eri tu
E a lei nel mondo delle ombre
Vorrei parlare ma non posso più.
Così la sogno in fondo al letto
che ci addormenta insieme noi.
Come due fratelli veri che
fanno un po' per uno di metà.
Nella stessa casa io e te
rinchiusi in una sola libertà.
Un grande amore a testa per noi due
E tu che mi racconti sempre il tuo
A memoria come le poesie, lo so fratello mio….

Io ci credo a quelle fantasie
che ogni sangue chiama il sangue suo.
Ora siamo un fiume diviso in due
ma il mio torrente sta cercando il tuo
per non riseppellirci sempre più
e arrivare insieme al mare noi
mescolando il sale con il blu e gli anni miei coi tuoi….
Non dirmelo se vuoi… ma so che dentro te…
…tu conti su di me.

Tradução da letra

O desejo de te abraçar é zero com o teu sorriso falso na minha cara.
O nosso é quase um verdadeiro ódio. é um fio negro que me liga a ti.
Nunca crescemos juntos. Não sei nada sobre Avós.
Braceletes de irmãos, fora do mesmo e dentro do no....

Gostava de contar contigo para te ajudar quando estiveres em apuros.
Para ser teu amigo e tu para mim, mas na tua recusa eu morreria.
Só falas no singular como se eu não existisse.
Que agora estou cada vez mais longe de ti, meu irmão....

A avó sempre disse que para a mãe o primeiro eras tu e para ela no mundo das sombras eu quero falar, mas não posso mais.
Então sonho com ela no fundo da cama que adormecemos juntos.
Como dois irmãos a sério a fazer um pouco por metade.
Na mesma casa que tu e eu, trancados numa única liberdade.
Um grande amor por nós e por ti, que me dizes sempre de cor como poemas, eu conheço o meu irmão....

Acredito nas fantasias que cada sangue chama de sangue.
Agora somos um rio dividido em dois, mas meu córrego está procurando o seu não reeppellirci mais e mais e chegar junto com o mar nós misturando sal com azul e meus anos com o seu....
Não me digas se queres, mas sei que dentro de ti, estás a contar comigo.