Nothingface — So Few letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "So Few" de Nothingface.
Letra
An Audio Guide to Everyday Atrocity
SO FEW
i alone
cry beside her
pushed away
once too often
face that lie
vision changes
shade is ice
the words are poison
changes made now why can’t i fill the face in the mirror
what i want still you won’t give
but i cannot hate you
oh, you’re a monster
blood alone
stains the sorry
tired eyes
my skin seems heavy
mind astray
the sane still laughing
images
all worth losing
changes made now can’t i fill the face in the mirror
what i want still you won’t give
but i cannot hate you
oh, you’re a monster. you don’t know
the hate i have
inside, if you could see it you’d be terrified, you would
kill me at once. but even by killing
me you can’t free
yourself from my hatred. you can
kill my body
but i’ll never leave you in peace…
you cannot believe what your in for
the screams burn your eyes
the feeling of leaving yourself dies
scratch out the real you
time ticking away the killing
choking on sorrow
now you’re dead and didn’t listen
gave into the fear
i’m not the one who takes from you
i need you
in time there is no joy
but still you’ve lived
i just can’t see when i lie
i am so few like them
in the way
Tradução da letra
Um guia de áudio Para atrocidades diárias
TÃO POUCOS
eu sozinho
chora ao lado dela
empurrar
uma vez com demasiada frequência
enfrenta essa mentira
alterações da visão
sombra é gelo
as palavras são venenosas.
mudanças feitas agora porque não posso encher a cara no espelho
o que eu quero ainda não vais dar
mas não te posso odiar.
és um monstro.
apenas sangue
mancha o lamento.
olhos cansados
a minha pele parece pesada.
mente desviada
os sãos continuam a rir
imagem
vale a pena perder
mudanças feitas agora não posso encher a cara no espelho
o que eu quero ainda não vais dar
mas não te posso odiar.
és um monstro. tu não sabes
o ódio que tenho
lá dentro, se o visses, ficarias aterrorizado.
mata-me imediatamente. mas mesmo matando
me you can't free
tu próprio do meu ódio. podes.
mata o meu corpo.
mas nunca te deixarei em paz…
não podes acreditar no que te espera.
os gritos queimam os teus olhos
a sensação de te deixares morre.
arranquem o vosso verdadeiro eu.
o tempo a acabar a matança
sufocar na tristeza
agora estás morto e não ouviste
cedeu ao medo
não sou eu que te tiro coisas.
Eu preciso de ti
com o tempo não há alegria
mas mesmo assim viveste
não consigo ver quando minto.
sou tão poucos como eles.
no caminho