Nobraino — Nottambula letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Nottambula" de Nobraino.
Letra
Una fragola morsata tra i rifiuti
Vocio della brigata di cucina
Sul retro al ristorante siam seduti, a fare luce c'è una lampadina
Tra i rami un palloncino mezzo morto, scodinzola provando a liberarsi
Tovaglie e tovaglioli son di carta
Per lei ci scrivo sopra dei bei versi
Ho preso della carne di cavallo
Del vino da rigurgitare a letto
Mi specchio gli incisivi nel coltello
Arriva tutto il contro dentro ad un piatto
Lei vuole stare ancora un pò seduta, ma io la porterò con me a ballare
La macchina non l’ho me l’han rubata, però ho temperamento da prestare
Per stare ad indugiare dentro un vicolo
O far suonare i tacchi per le strade
O per guardare stesi col binocolo le rane che non sanno attraversare
Bambola, sarà una notte nottambula
Con quelle scarpe che ha addosso, portarla a casa non posso, no
Bambola, sarà una notte nottambula
E finchè riaprono i fiori, fin quando è giorno staremo fuori
Non la conosco, ma mi sta simpatica
Vedrà la renderò molto felice
In questo ristorante così tipico, io ce la porterò quanto le piace
Adesso andiamo a fare un salto al cinema
E poi di corsa in quel locale al mare che sopra quella curva tutto domina
E non ci stanno neanche le zanzare
Farò portar da bere a tutti quanti, i miei amici devono brindare
La perfezione sferica dei fianchi, che stringo tra le mani per ballare
Bambola, sarà una notte nottambula
Con quelle scarpe che ha addosso, portarle a casa non posso, no
Bambola, sarà una notte nottambula
E finchè riaprono i fiori, fin quando è giorno staremo fuori
Tradução da letra
Um morango mordido entre o lixo
Voz da Brigada da cozinha
Na parte de trás do Restaurante nos sentamos, para fazer luz há uma lâmpada
Entre os ramos de um balão meio morto, balançando tentando se livrar
As toalhas de mesa e os guardanapos são de papel
Para ela, escrevo belos versos sobre ela.
Tenho carne de cavalo.
Vinho para regurgitar na cama
Espalho os incisivos na faca
Vem todo o balcão dentro de um prato
Ela quer sentar-se mais um pouco, mas vou levá-la comigo para dançar.
O carro que não roubei, mas tenho temperamento para emprestar.
Para ficar num beco
Ou fazer sons de saltos altos nas ruas
Ou para ver com binóculos as rãs que não podem atravessar
Boneca, vai ser uma noite
Com esses sapatos calçados, não posso levá-la para casa.
Boneca, vai ser uma noite
E enquanto as flores reabrirem, desde que seja dia estaremos fora
Não a conheço, mas gosto dela.
Vais ver que te vou fazer muito feliz.
Neste restaurante típico, vou levá-la o quanto ela quiser.
Agora vamos ao cinema.
E então correndo naquele lugar junto ao mar Que sobre aquela curva tudo domina
E nem sequer tem mosquitos.
Vou fazer toda a gente beber, os meus amigos têm de brindar.
A perfeição esférica das ancas, que aperto nas mãos para dançar
Boneca, vai ser uma noite
Com esses sapatos calçados, não posso levá-los para casa.
Boneca, vai ser uma noite
E enquanto as flores reabrirem, desde que seja dia estaremos fora