Niña Pastori — Pájaros de Barro letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pájaros de Barro" de Niña Pastori.

Letra

Por si el tiempo me arrastra, a playas desiertas.
hoy cierro yo el libro de las horas muertas
hago pajaros de barro
hago pajaros de barro y los echo a volar…
Por si el tiempo me arrastra, a playas desiertas,
hoy rechazo la bajeza, del abandono y la pena,
ni una pagina en blanco más
siento el asombro de un transeunte solitario.
En los mapas me pierdo. por sus hojas navego
ahora sopla el viento,
cuando el mar quedo lejos hace tiempo.
Ya no subo la cuesta, que me lleva a tu casa
ya no duerme mi perro, junto a tu candela
en los vÃ(c)rtices del tiempo, anidan los sentimientos
por eso hago pájaros de barro que quieren volar
En los valles me pierdo, en las carreteras duermo,
ahora sopla el viento,
cuando el mar quedo lejos hace tiempo
Cuando no tengo barca, remos ni guitarra
cuando ya no canta el ruiseñor de la mañana
ahora sopla el viento, cuando el mar quedo lejos hace tiempo
en los valles me pierdo, en las carreteras duermo.
Manolo García, Pájaros de Barro

Tradução da letra

Caso o tempo me arraste, para praias desertas.
hoje fecho o Livro das horas mortas
faço Palheiros de barro
faço Palheiros de barro e rebento com eles…
Caso o tempo me arraste, para praias desertas,
hoje rejeito a baixeza, do abandono e da tristeza,
nem uma página em branco mais
sinto o espanto de um transeunte solitário.
Estou a perder-me nos mapas. pelas suas folhas navego
agora sopra o vento,
quando o mar ficou longe há muito tempo.
Já não subo a colina, que me leva a tua casa
já não dorme o meu cão, junto à tua candela
nos vÃ(c)rtices do tempo, nidificam os sentimentos
por isso faço pà ¡jaros de barro que querem voar
Nos vales perco - me, nas estradas durmo,
agora sopra o vento,
quando o mar ficou longe há muito tempo
Quando não tenho barco, remos ou guitarra
quando já não canta o ruiseñor da manhã
agora sopra o vento, quando o mar ficou longe há muito tempo
nos vales perco - me, nas estradas durmo.
Manolo García, pà ¡jaros de Barro