Niña Pastori — Maria de la O letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Maria de la O" de Niña Pastori.

Letra

Para mis manos tumbagas,
para mis caprichos monedas.
Y para mi cuerpo lucirlo mantones bordados, vestidos de seda.
La luna que llov­a, la luna que me da.
Que para eso mi payo ha visto
mЎs parn (c)s que tiene un sultЎn.
Envidio tu suerte,
me dicen algunas al verme lucir.
Y no se desplome la envidia que ellas me causan a m­.
Mar­a de la O, que desgraciadita
gitana tu eres teni (c)ndolo todo.
Te quieres re­r y hasta los ojitos
los tienes morados de tanto sufrir.
Maldito parn© que por su culpita
deje yo al gitano que fue mi querer.
Castigo de Dios, castigo de Dios.
Es la crucecita que llevas a cuestas Mar­a de la O. Mar­a de la O Para su sed fui el agua,
para su fr­o candela.
Y para su beso amante de entre sus brazos mi carne morena Querer como aquel
nuestro, no hay en el mundo dos. Maldito dinero que as­ de su vera y a m­ me apartі. SerЎs mas que reina
me dijo a m­ el payo y yo le cre­.
Mi vida y mi oro dar­a yo ahora por ser lo que fu­.
Mar­a de la O, que desgraciadita
gitana tu eres teni (c)ndolo todo.
Te quieres re­r y hasta los ojitos
los tienes morados de tanto sufrir.
Maldito parn© que por su culpita
deje yo al gitano que fu© mi querer.
Castigo de Dios, castigo de Dios.
Y es la crucecita que llevas a cuestas Mar­a de la O. Mar­a de la O Thanks to /* */

Tradução da letra

Para as minhas mãos,
para os meus caprichos moedas.
E para o meu corpo usar xales bordados, vestidos de seda.
A lua que llova, a lua que me dá.
Que foi para isso que o meu pai viu
Mys parn (C)S que tem um sultYn.
Invejo a tua sorte,
dizem-me algumas ao ver-me a olhar.
E não caia a inveja que elas me causam a mim.
Mara de la O, que desgraçada
cigana você é teni (c)ndó tudo.
Você quer rer e até os olhinhos
você os tem roxos de tanto sofrer.
Maldito parn© que por sua culpita
deixe-me o cigano que foi meu querer.
Castigo de Deus, castigo de Deus.
É a cruzinha que levas a mara de la O. Mara de la o para a sua sede fui a água,
para o seu fro candela.
E para seu beijo amante de entre seus braços minha carne morena Querer como aquele
nosso, não há no mundo dois. Maldito dinheiro que ás de sua vera e a m me aparti. SerYs mais que rainha
ele disse ao m el payo e eu lhe cre.
A minha vida e o meu ouro vão dar-me agora por ser o que eu fui.
Mara de la O, que desgraçada
cigana você é teni (c)ndó tudo.
Você quer rer e até os olhinhos
você os tem roxos de tanto sofrer.
Maldito parn© que por sua culpita
deixe-me o cigano que foi meu querer.
Castigo de Deus, castigo de Deus.
E é a cruzinha que levas às costas Mara de la O. Mara de la o Thanks to /* */