Nicolas Peyrac — Mississipi River letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mississipi River" de Nicolas Peyrac.

Letra

Un kilomètre d’une rive à l’autre
Quelques bateaux à roues
Pour touristes en mal d’Argonautes
Et de machines à sous
Et les champs de coton défilent
Mais l’oncle Tom est mort
Ne chantent plus que les oiseaux un peu perdus
Plus de tricheurs, plus de danseuses
Plus d’orpheline en pleurs
Et plus de barmaid amoureuse
Du filon des trappeurs
Plus de lingots plus de pépites
On a trouvé l’or noir
Mais y’a toujours des bars pour Blancs
Des bars pour Noirs
Mississipi River
N’oublie pas que toi
Toi, tu chantais la liberté des opprimés
L’espoir du peuple Noir
Dans un beuglant d’Outre-Atlantique
Le vieux barman s’endort
On assassine sa musique
Au fond du transistor
Et sa mémoire fait des gammes
Ses doigts se posent encore
Sur le piano désaccordé qui n’est pas mort
Mais un jour autour de ta tombe
Tous tes copains viendront
Les trombones sortiront de l’ombre
Ils réinventeront
Cette musique un peu bizarre
Qui vous sortait du c ur
Quand le sang rouge devenait noir au fond des pleurs

Tradução da letra

Um quilómetro de uma costa para a outra
Alguns barcos de rodas
Para os turistas que sofrem de Argonautas
E máquinas de fenda
And the cotton fields scroll
Mas o Tio Tom está morto.
Só os pássaros cantam um pouco perdidos
Mais batoteiros, mais dançarinos
Mais órfão chorão
E mais empregada de bar apaixonada
Da linha dos caçadores
Mais lingotes mais pepitas
Encontrámos O Ouro Negro.
Mas há sempre barras brancas.
Barras pretas
Rio Mississippi
Não te esqueças que
Cantaste a liberdade dos oprimidos
A esperança dos negros
Num rugido Atlântico
O velho barman adormece.
Matamos a música dele.
No fundo do transístor
E a sua memória faz escalas
Seus dedos ainda se levantam
No piano desarticulado que não morreu
Mas um dia à volta da tua sepultura
Todos os teus amigos virão
Os clipes sairão das sombras
Eles vão reinventar
Esta música é um pouco estranha
Que te tirou do teu coração
Quando o sangue vermelho ficou Negro No fundo do choro