Nicolas Bacchus — Inventaire letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Inventaire" de Nicolas Bacchus.

Letra

Que tu sois garçon ou fille
Si tu cherches l’homme et le bon
Si tu cherches l’homme de ta vie
Que tu sois fille ou garçon
Pour faire le bon choix, ma vieille,
Mon vieux, pucelle ou puceau,
Voici donc quelques conseils
Avant de faire le grand saut
Voici quelques phénomènes
Répertoriés par mes soins
Quelques types d'énergumènes
Pour baliser ton chemin
Attendrissant, mignon, intègre
Y a l'étudiant coincé, tout maigre
Un peu maladif, mais sincère
Indécis, mais ça tu sais faire
Le genre qui habite, ça, c’est l’enfer !
Une chambre avec vue sur sa mère
Pas psychotique
Mais c’est comme si Anorexique, mais très gentil
(Moi, d’toute façon j’ai d’jà mangé)
Comme les côtes d’agneau d' la bouchère
Un peu trop d’os, pas assez d' chair
Souvent, j' préfère
Le contraire de c' qu’on m' sert
Puis, y a le p’tit gars bien musclé
Qui passe son temps à s' regarder
Travailler son corps, se sculpter
Le dos, les bras, la plante des pieds
Trop occupé pour t’embrasser
Pis trop fatigué pour bander
Ça fait joli sur les photos
Mais dans un lit, ça l' fait pas trop
(Pis des photos j’en r’garde quand j’veux)
Comme à la cantine de l'école
La viande trop dure, la frite trop molle
Souvent, j' préfère
Le contraire de c' qu’on m' sert
Pis y a çui qu' tu croyais parfait
Bon vivant, fêtard, toujours gai
Pour un oui, un non, toujours prêt
À faire péter l' Mouton-Cadet
Mais jamais fatigué, vous sortez
Retour à l’aube, il est bourré
Il bave, il a mal à la tête
Mais il a pas vomi, c’est chouette
(Mais attends d' main, on sait jamais)
Comme les babas d' grand’mère Yvonne
Dehors trop beaux, dedans trop d’rhum
Souvent, j' préfère
Le contraire de c' qu’on m' sert
Enfin, posé dans ton salon
Çui qui t’attend à la maison
Plateau télé dans son cocon
La bière à la main et l'œil rond
Qui s’endort d’un sommeil de blond
Devant Jean-Pierre et ses millions (de cons)
Y t' reste cinq doigts et ton plumard
Dommage qu’il soit pas né canard
(Mais bon c’est comme ça, c’est connard qu’il est né, j’explique !)
Pour un magret ce s’rait d’enfer
Pas mal de gras, pas du tout d' nerfs
Souvent, j' préfère
Le contraire de c' qu’on m' sert
J’en vois qui trouvent à redire
Préférant à l’inventaire
Des spécimens qu’on doit fuir
Celui des bonnes affaires
Mais m'étant donné pour conduite
De ne parler que de ce Que je connais, ben, ça limite
Mon exposé aux fâcheux
Il n’est donc pas dans ma liste
L’homme idéal, l’oiseau rare
Je n’en connais pas, c’est triste
Mais… je suis expert en tocards !

Tradução da letra

Quer sejas rapaz ou rapariga
Se procuras o homem e o bem
Se procuras o homem da tua vida
Quer sejas rapaz ou rapariga
Para fazer a escolha certa, minha velhota.,
Velho, criado ou criado,
Então aqui estão algumas dicas
Antes de fazer o grande salto
Aqui estão alguns fenômenos
Listado por mim
Alguns tipos de energia
Para marcar o teu caminho
Terno, giro, em forma
Lá está o estudante preso, todo magrinho
Um pouco doente, mas sincero
Indeciso, mas sabes como fazê-lo.
O tipo que vive aqui é o inferno !
Um quarto com vista para a mãe
Não psicótico
Mas é como anoréxica, mas muito gentil.
(I, anyway I already comed)
Como as costelas de cordeiro do carniceiro
Um pouco de osso a mais, pouca carne
Muitas vezes prefiro
O oposto do que me servem
Depois, há o tipo pequeno e musculado.
Que passa o seu tempo a observar-se
Trabalhar o seu corpo, esculpir-se
Costas, braços, solas
Demasiado ocupado para te beijar
Pis demasiado cansado para fazer ligaduras
Fica bonito nas fotos.
Mas numa cama, não é demais.
(Pis fotos eu guardo quando eu quero)
Como na cantina da escola
Carne muito dura, frita muito macia
Muitas vezes prefiro
O oposto do que me servem
Mas achaste que eras perfeita.
Bon vivant, festeiro, sempre gay
Para um sim, um não, sempre pronto
Para peidar a ovelha Cadete
Mas nunca cansado, sais
Ao amanhecer, está cheio.
Ele Baba-se, tem uma dor de cabeça.
Mas ele não vomitou, é bom.
(But wait a minute, you never know)
Como as babas da avó Yvonne
Fora muito bonito, dentro muito rum
Muitas vezes prefiro
O oposto do que me servem
Finalmente, deitado na tua sala
Está à tua espera em casa.
Bandeja de TV no casulo dela
Cerveja à mão e olhos redondos
Que adormece de um sono loiro
Em frente de Jean-Pierre e seus milhões (de contras)
Faltam cinco dedos e a tua ameixa
É pena ele não ter nascido pato.
(Mas é assim que é, é idiota que ele nasceu, eu explico !)
Para um magret, isto é o inferno.
Nada de gordura má, nada de nervos.
Muitas vezes prefiro
O oposto do que me servem
Vejo aqueles que acham culpa
Preferência pelo inventário
Espécimes temos de fugir.
O dos bons negócios
Mas deu-me por conduta
Falar apenas sobre o que eu sei, ben, limita
A minha apresentação aos ímpios
Então não está na minha lista.
O homem ideal, a ave rara
Não conheço nenhum, é triste.
Mas ... Sou especialista em tocares !