Nena Daconte — (Cuando Mueren) Las Malditas Golondrinas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "(Cuando Mueren) Las Malditas Golondrinas" de Nena Daconte.
Letra
Cada día un poco más despacio
Pero sin embargo siempre vuelvo a comenzar
Después de una frase bonita al oído
Como cualquier aspirante desconocido
Me pongo a llorar
Inesperada sensación la de estar sola
Con tanta gente alrededor
Lo de antes, lo de siempre
Lo de ahora, todo junto, me hace delirar
A borrachera diaria se me olvida
Que hay que regresar
Cuando mueren las malditas golondrinas
Ya no vuelven nunca a la ciudad
Los montones de momentos que pasé contigo a solas
Ya no volverán
Cuando mueren las malditas golondrinas
Ya no vuelven nunca a la ciudad
Los montones de momentos que pasé contigo a solas
Ya no volverán
«Es que no entiendes que en la vida, princesita, también hay que aprender a
ganar»
Me dijo un caballero inglés perdido en Buenos Aires
Que ahora vive en Madrid
Yo le dije al invierno que en otoño
Algunas estrellas ya las vi pasar
Desnuda por la calle en primavera
Ya no hay flores que plantar
Cuando mueren las malditas golondrinas
Ya no vuelven nunca a la ciudad
Los montones de momentos que pasé contigo a solas
Ya no volverán
Como un potro desbocado, indigente, denostado y sin aire ya
Alargando al máximo cada suspiro en las subidas de felicidad
Tradução da letra
Cada dia um pouco mais devagar
Mas no entanto eu sempre começo de novo
Depois de uma frase bonita ao ouvido
Como qualquer aspirante desconhecido
Começo a chorar
Inesperada sensação de estar sozinha
Com tantas pessoas por perto
O de antes, o de sempre
O de Agora, tudo junto, faz-me delirar
A bebedeira diária me esquece
Temos de voltar
Quando as malditas andorinhas morrem
Nunca mais voltam para a cidade
Os muitos momentos que passei contigo a sós
Já não voltam
Quando as malditas andorinhas morrem
Nunca mais voltam para a cidade
Os muitos momentos que passei contigo a sós
Já não voltam
"É que você não entende que na vida, princesinha, você também tem que aprender a
ganhar»
Disse me um cavalheiro inglês perdido em Buenos Aires
Que agora vive em Madrid
Eu disse ao inverno que no outono
Algumas estrelas já as vi passar
Nua na rua na primavera
Já não há flores para plantar
Quando as malditas andorinhas morrem
Nunca mais voltam para a cidade
Os muitos momentos que passei contigo a sós
Já não voltam
Como um potro desbocado, indigente, denostado e sem ar já
Alongando ao máximo cada suspiro nas subidas de felicidade