Negramaro — Estate letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Estate" de Negramaro.

Letra

In bilico
tra santi e falsi dei
sorretto da un'insensata voglia
di equilibrio
e resto qui
sul filo di un rasoio
ad asciugar
parole
che oggi ho steso
e mai dirІ
non senti che
tremo mentre canto
nascondo
questa stupida allegria
quando mi guardi
non senti che
tremo mentre canto
il segno
di un'estate che
vorrei potesse non finire mai
in bilico
tra tutti i miei vorrei
non sento pi№
quell'insensata voglia
di equilibrio
che mi lascia qui
sul filo di un rasoio
a disegnar
capriole
che a mezz'aria
mai farІ
non senti che
tremo mentre canto
nascondo
questa stupida allegria
quando mi guardi
non senti che
tremo mentre canto
il segno
di un'estate che
vorrei potesse non finire mai
in bilico
tra santi che
non pagano
e tanto il tempo
passa e passerai
come sai tu in bilico e intanto
il tempo passa e tu non passi mai
nascondo
questa stupida allegria
quando mi guardi
non senti che
tremo mentre canto
il segno
di un'estate che
vorrei potesse non finire mai!

Tradução da letra

Passar
entre Santos e falsos deuses
apoiado por um impulso sem sentido
equilibrio
e eu ficarei aqui.
no fio de uma navalha
secar
palavra
que eu fiz hoje
e Nunca digas
não sentes isso?
Eu tremo enquanto canto
ocultar
este estúpido aplauso
quando olhas para mim
não sentes isso?
Eu tremo enquanto canto
assinar
de um verão que
Quem me dera que nunca pudesse acabar
passar
de todos os meus desejos
Não me sinto mais№
esse desejo sem sentido
equilibrio
isso deixa-me aqui.
no fio de uma navalha
desenhar
cambalhota
que no ar
mais faróis
não sentes isso?
Eu tremo enquanto canto
ocultar
este estúpido aplauso
quando olhas para mim
não sentes isso?
Eu tremo enquanto canto
assinar
de um verão que
Quem me dera que nunca pudesse acabar
passar
entre os santos que
não pagar
e tanto tempo
passa e passarás
como sabe que pairando e enquanto isso
o tempo passa e tu nunca passas
ocultar
este estúpido aplauso
quando olhas para mim
não sentes isso?
Eu tremo enquanto canto
assinar
de um verão que
Quem me dera que nunca pudesse acabar!