Nathalie Cardone — Le Temps des Fleurs letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Temps des Fleurs" de Nathalie Cardone.

Letra

Dans une taverne du vieux Londres
Où se retrouvaient des étrangers
Nos voix criblées de joies montaient de l’ombre
Et nous écoutions nos c urs chanter
C'était le temps des fleurs
On ignorait la peur
Les lendemains avaient un goût un miel
Ton bras prenait mon bras
Ta voix suivait ma voix
On était jeunes et l’on croyait au ciel
Et puis sont venus des jours de brume
Avec des bruits étranges et des pleurs
Combien j’ai passé de nuits sans lune
À chercher la taverne dans mon c ur Tout comme au temps des fleurs
Où l’on vivait sans peur
Où chaque jour avait un goût de miel
Ton bras prenait mon bras
Ta voix suivait ma voix
On était jeunes et l’on croyait au ciel
Et ce soir je suis devant la porte
De la taverne où tu ne viendras plus
Et la chanson que la nuit m’apporte
Mon c ur déjà ne la connaît plus
C'était le temps des fleurs
On ignorait la peur
Les lendemains avaient un goût de miel
Ton bras prenait mon bras
Ta voix suivait ma voix
On était jeunes et l’on croyait au ciel

Tradução da letra

Numa taberna na velha Londres
Onde estranhos se encontraram
As nossas vozes alegres ergueram-se das sombras
E ouvimos os nossos corações cantar
Era hora da flor
Não conhecíamos o medo.
No dia seguinte provei um mel
O teu braço levou o meu braço
A tua voz seguiu a minha voz
Éramos jovens e acreditávamos no céu
E depois vieram os dias de neblina
Com barulhos estranhos e a chorar
Quantas noites passei sem lua
Procurar a taberna no meu coração tal como no tempo das flores
Onde vivíamos sem medo
Onde todos os dias sabiam a Mel
O teu braço levou o meu braço
A tua voz seguiu a minha voz
Éramos jovens e acreditávamos no céu
E esta noite Estou do lado de fora da porta
Da taberna onde não voltarás
E a canção que a noite me traz
O meu coração já não a conhece.
Era hora da flor
Não conhecíamos o medo.
No dia seguinte tinha um gosto de mel
O teu braço levou o meu braço
A tua voz seguiu a minha voz
Éramos jovens e acreditávamos no céu