Natasha St-Pier — Comme Dans Un Train letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Comme Dans Un Train" de Natasha St-Pier.

Letra

Dans la vitre
Où je me vois
C’est le même jour qu’hier, et toujours le même endroit
J’en sais déjà la suite
Je l’ai déjà vécu cent fois
Des affiches sur les murs
Font rêver d’un ailleurs
Surgi d’un magritte, avec ses plages de couleurs
Tout en douceur
Pour m'évader
Mais je redescends sur terre
Et je n’entends plus la musique
Les voiliers partis en mer
S'échouent sur les murs de briques
Noircit le ciel
Sous les tunnels
Comme Dans Un Train qui m’emmène nulle part
J’regarde au loin passer les quais de gare
Je voudrais m’arrêter, trouver où me poser
Choisir moi-même où larguer les amarres
Car tous les trains nous emmènent quelque part
C’est pour quelqu’un ou pour changer d’histoire
Mais pas se résigner, jamais s’habituer
Je veux tout vivre avant qu’il soit trop tard
Anonyme
Voire transparente
Au beau milieu des autres, en étant toujours absente,
A quoi encore ça rime
De vouloir remonter la pente
De se battre et s’imposer
Jamais être en première ligne
Ou pire cesser de rêver
Du destin qu’on s’imagine
Sans espérer
Attendre un signe
Comme Dans Un Train qui m’emmène nulle part
J’regarde au loin passer les quais de gare
Je voudrais m’arrêter, trouver où me poser
Choisir moi-même où larguer les amarres
Car tous les trains nous emmènent quelque part
C’est pour quelqu’un ou pour changer d’histoire
Mais pas se résigner, jamais s’habituer
Je veux tout vivre avant qu’il soit trop tard
Ya pas de train sans nouveau départ
Ni d’autres routes à suivre, Je veux le croire
Ya pas de chemin qu’on fait par hasard
Choisir moi-même où larguer les amarres
Car tous les trains nous emmènent quelque part
C’est pour quelqu’un ou pour changer d’histoire
Mais pas se résigner, jamais s’habituer
Je veux tout vivre avant qu’il soit trop tard
Je veux le croire
Ya pas de chemin qu’on fait par hasard
Mais pas se résigner, jamais s’habituer
Je veux tout vivre avant qu’il soit trop tard

Tradução da letra

Na janela
Onde me vejo
É o mesmo dia de ontem, e sempre o mesmo lugar
Já sei o que se passa.
Já o experimentei centenas de vezes.
Cartazes nas paredes
Faz um sonho noutro lugar
Emergiu de uma magritte, com suas praias de cores
Tudo tranquilo
Escapar
Mas vou voltar para a Terra
E não consigo ouvir mais a música
Veleiros para o mar
Estão presos em paredes de tijolos
Escurece o céu
Debaixo dos túneis
Como num comboio que não me leva a lado nenhum
Eu observo à distância através das estações de trem
Gostava de parar, descobrir onde aterrar.
Escolhendo-me onde largar as amarras
Porque todos os comboios nos levam a algum lado
É para alguém ou para mudar a história.
Mas não te resignes, nunca te habitues.
Quero viver tudo antes que seja tarde demais.
Anónimo
Mesmo transparente
No meio dos outros, estando sempre ausente,
Para que mais rima?
Querendo subir a encosta
Para lutar e ganhar
Nunca estejas na linha da frente
Ou pior pára de sonhar
Do destino que nos imaginamos
Sem esperança
À espera de um sinal
Como num comboio que não me leva a lado nenhum
Eu observo à distância através das estações de trem
Gostava de parar, descobrir onde aterrar.
Escolhendo-me onde largar as amarras
Porque todos os comboios nos levam a algum lado
É para alguém ou para mudar a história.
Mas não te resignes, nunca te habitues.
Quero viver tudo antes que seja tarde demais.
Nenhum comboio sem um novo começo
Não há outros caminhos a seguir, quero acreditar.
Não há caminho que percamos por acaso
Escolhendo-me onde largar as amarras
Porque todos os comboios nos levam a algum lado
É para alguém ou para mudar a história.
Mas não te resignes, nunca te habitues.
Quero viver tudo antes que seja tarde demais.
Quero acreditar nisso.
Não há caminho que percamos por acaso
Mas não te resignes, nunca te habitues.
Quero viver tudo antes que seja tarde demais.