Natalie Duncan — Songbird letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Songbird" de Natalie Duncan.
Letra
It’s getting much colder beyond
The sky’s bright light
I see white smoke fading
Upon last summer’s sun
Dissolving into honey I let
My lonely bones speak louder
And I can’t tell the colour
Of your eyes, but I feel them
Burn a fire through my skin
And the rain runs up
And down my gutters
You hang inside me
Build my sweet ruin
Dust rests on my floor and I dance on its dirt
This home wasn’t made for one
Winter falls upon me, so blue and icy chic
It crawls into my steel heart
And the rain runs up and down my curtains
With tiny feet that I long to find
And I wish I knew you like I knew them
You are more beautiful in the rainfall
There is solitude on the river
She mirrors the dark folk and the haze
You run through me and I shiver
Like black ice on my grave
Ooh, ooh…
Its heavy in my blood
I am no longer light
I feel lead in my chest
Running by the freight trains
I’m hiding with the homely
In their cardboard beds
And I wish I had the touch
Of your hands but I feel them
Running a symphony
And I wish I knew you
Like I knew your songs
But I’m just a wretch
Resting on your chords
There is solitude on the river
She mirrors the dark folk and the haze
You run through me and I shiver like
Black ice on my grave
There is solitude on the river
She mirrors the dark folk and the haze
You run through me and I shiver like
Black ice on my grave
You are my saving grace the songbird
That lands on my hand, to bring me life
I want to cherish you for longer
Than your wings will let you fly
Tradução da letra
Está ficando muito mais frio além
A luz brilhante do céu
Vejo fumo branco a desaparecer
Sobre o sol do verão passado
Dissolvendo-me em mel
Os meus ossos solitários falam mais alto
E não consigo distinguir a cor
Dos teus olhos, mas eu sinto-os
Queima um fogo através da minha pele
E a chuva sobe
And down my gutters
Tu ficas dentro de mim
Construir a minha doce ruína
O pó repousa no meu chão e eu danço na sua terra
Esta casa não foi feita para um.
O inverno cai sobre mim, tão azul e gelado
Entra no meu coração de aço
E a chuva sobe e desce pelas minhas cortinas
Com pés minúsculos que anseio encontrar
E quem me dera conhecer-te como os conhecia
Você é mais bonita na chuva
Há solidão no Rio
Ela espelha o povo negro e a névoa
Tu corres por mim e eu tremo
Como gelo negro na minha sepultura
Ooh, ooh…
É pesado no meu sangue
Já não sou luz
Sinto chumbo no peito
Circulação pelos comboios de mercadorias
Estou a esconder-me com a casa
Nas suas camas de cartão
E quem me dera ter o toque
Das tuas mãos mas eu sinto-as
A executar uma sinfonia
E quem me dera conhecer-te
Como se eu conhecesse as tuas canções
Mas eu sou apenas um desgraçado.
Descansando nos seus acordes
Há solidão no Rio
Ela espelha o povo negro e a névoa
Tu corres por mim e eu tremo como
Gelo Negro na minha sepultura
Há solidão no Rio
Ela espelha o povo negro e a névoa
Tu corres por mim e eu tremo como
Gelo Negro na minha sepultura
És a minha graça salvadora o pássaro
Que aterre na minha mão, para me trazer vida.
Quero acarinhar-te por mais tempo.
Do que as tuas asas te deixarão voar