Natalia Lafourcade — Hora De Compartir letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Hora De Compartir" de Natalia Lafourcade.

Letra

Siempre hay un hombre atrás de la línea
sólo para cruzarla a tiempo
y el café de la esquina cobra una hora o dos a tiempo.
Y sí termina el día es más frío, sí comienza todo se calienta.
En la cocina los insectos no me dejan en paz
y quieren más de mis alimentos.
Siempre hay una señora en la esquina de la casa de cosas viejas.
Tengo frío, me detiene la voz y más temprano quiero despertar.
Un jugo más de zanahoria, en la cabeza un litro de cerveza,
en la cocina el refrigerador empieza a sonar.
Es hora de compartir el almuerzo, es hora de respirar,
caminar, tirando al río piedras rojas.
Siempre hay una señora en la esquina de la casa de cosas viejas.
Tengo frío, me detiene la voz y más temprano quiero despertar.
Un jugo más de zanahoria, en la cabeza un litro de cerveza,
en la cocina el refrigerador empieza a sonar.
Es hora de compartir el almuerzo, es hora de respirar,
caminar, tirando al río piedras rojas.
Es hora de descubrir si quiero o no cruzar
la línea que siempre está en todas partes, en todas partes.

Tradução da letra

Há sempre um homem atrás da linha
só para atravessá la a tempo
e o café da esquina cobra uma hora ou duas a tempo.
E sim termina o dia é mais frio, sim começa tudo aquece.
Na cozinha, os insetos não me deixam em paz
e eles querem mais da minha comida.
Há sempre uma senhora na esquina da casa das coisas antigas.
Estou com frio, a minha voz pára e mais cedo eu quero acordar.
Mais um suco de cenoura, na cabeça um litro de cerveja,
na cozinha, a geladeira começa a tocar.
É hora de compartilhar o almoço, é hora de respirar,
andar, jogando no Rio pedras vermelhas.
Há sempre uma senhora na esquina da casa das coisas antigas.
Estou com frio, a minha voz pára e mais cedo eu quero acordar.
Mais um suco de cenoura, na cabeça um litro de cerveja,
na cozinha, a geladeira começa a tocar.
É hora de compartilhar o almoço, é hora de respirar,
andar, jogando no Rio pedras vermelhas.
É hora de descobrir se quero ou não atravessar
a linha que está sempre em todos os lugares, em todos os lugares.