Najwa — Nunca estuve a salvo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nunca estuve a salvo" de Najwa.

Letra

Soy como la marea
Nunca a salvo
Sé que pico como la sal
Sé lo que soy, sé lo que valgo
Nunca estuve a salvo
Nunca estuve a salvo
Cuándo llegará el momento de curarme las heridas
De sacarme las espinas aunque siga en tu piscina
Tiene mucho cloro el agua
Y puede dejarme
Sin sabor, olor, color
Y ahora el despertador
Me deja a solas entre la arena de playa
Quizás me quede
Quizás me vaya
Quizás espere
Quizás no aguante más
Hoy no estoy a salvo
No sé a quién he salido
Si a mi madre
Tal vez a un padre lejano que me juró amor en vano
El amor eterno
El amor cercano
Harán que me sienta a salvo
Nunca estaré a salvo
De las corrientes
De los pantanos
De las serpientes
De los villanos
El cielo está enladrillo
Quién lo desenladrillará
Tendré que hacerlo yo misma con una piedra y puntal
Chapoteando en tu piscina empezaré a girar sin más
Generando así una turbina
De molino poderoso que me catapulte
Al otro lado del foso
Y entre nubes
Naves y estrellas
Tal vez me ilumine una de ellas
Y entienda un poco más
Y entienda un poco más
Quizás me quede
Quizás me vaya
Quizás no aguante más
Nunca estuve a salvo
Nunca…
Nunca estaré a salvo!

Tradução da letra

Sou como a maré
Nunca a salvo
Sei que pico como o sal
Sei o que sou, sei o que valho
Nunca estive a salvo
Nunca estive a salvo
Quando chegará a hora de curar as minhas feridas
De me tirar os espinhos mesmo que ainda esteja na tua piscina
Tem muito cloro a água
E pode deixar me
Sem sabor, cheiro, cor
E agora o despertador
Deixa me sozinho entre a areia da praia
Talvez eu fique
Talvez me vá embora
Talvez espere
Talvez não aguente mais
Hoje não estou a salvo
Não sei a quem saí
Sim a minha mãe
Talvez, um pai distante, que me jurou amor em vão
O amor eterno
O amor próximo
Vão fazer me sentir segura
Nunca estarei a salvo
Das correntes
Dos pântanos
Das cobras
Dos vilões
O céu está enladrillo
Quem vai desenlaçá-lo
Vou ter que fazer isso sozinha com uma pedra e um suporte
A espirrar na tua piscina vou começar a girar sem mais nem menos
Gerando assim uma turbina
De moinho poderoso que me catapulte
Do outro lado do fosso
E entre nuvens
Naves e estrelas
Talvez me ilumine uma delas
E entenda um pouco mais
E entenda um pouco mais
Talvez eu fique
Talvez me vá embora
Talvez não aguente mais
Nunca estive a salvo
Nunca…
Nunca estarei a salvo!