Naglfar — The Dying Flame of Existence letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Dying Flame of Existence" de Naglfar.
Letra
Here, at the dying Flame of Existence.
As your mortal coil withers and fades.
With A sigh the great black opens.
The final Journey is about to begin.
Into the Night we all shall wander.
Across barren fields of no Hope.
Blind in the Darkness we’re crawling.
Through the rotting bog that claims our Souls.
We now must go.
Faceless Shadows now watching.
Their Presence so somber and cold.
On this Journey that seems to be endless.
Every painful step takes its toll.
Burdened by A million Voices.
It’s the cries of the lost down below.
It serves as A guide, it is our beacon.
With resolve we must follow their call.
Through the black Mud we struggle.
Onwards to A Fate unknown.
Lifeless Sculptures prostrating.
The cursed broken Spirits of old.
Struggeling through Darkness.
In search of the Void.
In tattered shrouds and forsaken.
We, the fallen, move on.
Night oh Night, to Death’s delight.
It comes for all at Life' demise.
The promised Land is but A Lie.
We’re all doomed to expire.
Night oh Night, eternal Night.
It comes for all at Life' demise.
The Flame inside, once burning bright.
Its Light has faded and died.
And After Lifetimes of trials and Misery.
We arrive at our final abode.
At the swirling pit of countless Souls.
Where we vanish into its Mass of Oblivion.
Night oh Night, to Death’s delight.
It comes for all at Life' demise.
The promised Land is but A Lie.
We’re all doomed to expire.
Night oh Night, eternal Night.
It comes for all at Life' demise.
The Flame inside, once burning bright.
Its Light has faded and died.
Tradução da letra
Aqui, na chama moribunda da existência.
À medida que o teu corpo mortal murcha e se desvanece.
Com um suspiro, o Grande Negro abre-se.
A jornada final está prestes a começar.
Pela noite, todos vaguearemos.
Através de campos estéreis sem esperança.
Às cegas na escuridão estamos a rastejar.
Através do Pântano Podre que reclama as nossas almas.
Temos de ir.
Sombras sem rosto agora a ver.
A presença deles é tão sombria e fria.
Nesta jornada que parece ser interminável.
Cada passo doloroso tem o seu preço.
Sobrecarregado por um milhão de vozes.
São os gritos dos perdidos lá em baixo.
Serve de guia, é o nosso farol.
Com determinação, devemos seguir o seu apelo.
Através da lama negra lutamos.
Para um destino desconhecido.
Esculturas sem vida prostradas.
Os malditos espíritos quebrados dos velhos.
Lutar pela escuridão.
Em busca do vazio.
Em mortalhas esfarrapadas e abandonados.
Nós, os caídos, seguimos em frente.
Boa noite, até à morte.
Vem para todos no fim da vida.
A terra prometida é apenas uma mentira.
Estamos todos condenados a morrer.
Noite, noite eterna.
Vem para todos no fim da vida.
A chama lá dentro, uma vez acesa.
A sua luz desvaneceu-se e morreu.
E depois de vidas de provações e miséria.
Chegamos à nossa última morada.
Nas profundezas de inúmeras almas.
Onde desaparecemos na sua massa de esquecimento.
Boa noite, até à morte.
Vem para todos no fim da vida.
A terra prometida é apenas uma mentira.
Estamos todos condenados a morrer.
Noite, noite eterna.
Vem para todos no fim da vida.
A chama lá dentro, uma vez acesa.
A sua luz desvaneceu-se e morreu.