Nach — Viviendo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Viviendo" de Nach.

Letra

Después de tantas canciones,
De tantas palabras refugiándose en mi boca.
Hoy sigo enamorando de este micro como el primer día.
Haciendo del rap mi chaleco salvavidas.
Surfeando por el mundo.
Viviendo.
Tengo un alma libre y un cuerpo al que vivo atado.
Y tengo un maletero con te quieros que he guardado.
Mis canciones han viajado a lugares donde no estaré,
Mis labios han sellado pechos a los que besé.
Me enamoré de tantas cosas que dolía,
Disfrute de mil batallas no importaba si perdía.
He suplicado abrazos antes de un portazo,
Herido por un flechazo que me sangra todavía.
He sido guía, he sido lastre, he sido abrigo,
He recorrido las calles como un mendigo.
Tengo amigos que se cuentan con los dedos de una mano.
Tengo unos padres longevos y siete hermanos.
Tengo un ramo de ilusiones que se pudren al decir adiós.
Más que en Dios creí en el peso de mis actos.
Una mitad tan triste, la otra mitad riendo.
Ahora lo entiendo.
Estoy viviendo.
Voy a salir fuera y parar el tiempo.
Voy a escribir esto como un testamento.
Voy a gritar alto hasta que se agote mi aliento.
Amando y sufriendo.
Viviendo.
Voy a apagar las luces y mirarme dentro.
Voy a desnudarme sin
Pensarlo ante el lamento.
Voy a deslizarme como viento en el cemento,
Llorando y sonriendo.
Viviendo.
He pernoctado en tugurios tan sucios que pocos entran.
He tejido jardines donde antes había piedra.
Perdí la paz por ganar la guerra.
Me ahogue en mi niebla y luego entre botellas de ginebra.
He dormido en portales y en mansiones.
He dibujado el mundo como un parque de atracciones
Sucumbiendo a tentaciones y espejismos.
He mentido a tantos y más a mi mismo,
De los libros que leí bebí sabiduría eterna.
Hallé consuelo abriendo el cielo entre unas piernas.
Por mis besos nunca dados he llorado cataratas.
He volado desde Tokio hasta Manhattan.
He visto la creación maravillosa en todas las cosas.
He sufrido depresión, crisis nerviosa.
Una mitad dormida, la otra mitad ardiendo.
Ahora lo entiendo, estoy viviendo.
Voy a salir fuera y parar el tiempo.
Voy a escribir esto como un testamento.
Voy a gritar alto hasta que se agote mi aliento.
Amando y sufriendo.
Viviendo. Voy a apagar las luces y mirarme dentro.
Voy a desnudarme sin
Pensarlo ante el lamento.
Voy a deslizarme como viento en el cemento,
Llorando y sonriendo.
Viviendo.
He visto gente morir y soltar su último aliento en paz.
Salirles una luz del pecho y subir fugaz.
Siempre incapaz de domar a las luciérnagas,
Siempre buscando algo de afecto hasta en las ciénagas.
Corrí a bañarme en el mar bajo la tormenta,
Sufrí el deseo igual que una muerte lenta.
Abrí puertas en mi mente que nadie debe abrir jamás.
Por odio hice locuras y por amor muchas más.
Me he alejado de personas por el miedo.
He visto a hombres infalibles desplomarse al suelo.
He nadado por el Nilo y por el filo de mi almohada.
He llorado mi rabia como cascadas.
Tuve caprichos de todo tipo,
Pero un lápiz y un papel bastaban ya para ser rico.
Una mitad tan quieta, la otra corriendo.
Ahora lo entiendo, estoy viviendo.
Tantas personas, tantos lugares y yo.
Siempre partido en dos mitades.
Disfrutando los placeres, aceptando el sufrimiento.
Nach.
A través de mi.
Viviendo.
Voy a salir fuera y parar el tiempo.
Voy a escribir esto como un testamento.
Voy a gritar alto hasta que se agote mi aliento.
Amando y sufriendo.
Viviendo.
Voy a apagar las luces y mirarme dentro.
Voy a desnudarme sin pensarlo ante el lamento.
Voy a deslizarme como viento en el cemento,
Llorando y sonriendo.
Viviendo.
Voy a salir fuera y parar el tiempo.
Voy a escribir esto como un testamento.
Voy a gritar alto hasta que se agote mi aliento.
Amando y sufriendo.
Viviendo.
Voy a apagar las luces y mirarme dentro.
Voy a desnudarme sin pensarlo ante el lamento.
Voy a deslizarme como viento en el cemento,
Llorando y sonriendo.
Viviendo.

Tradução da letra

Depois de tantas músicas,
De tantas palavras refugiando-se na minha boca.
Hoje continuo a apaixonar - me por esta escuta como no primeiro dia.
A fazer do rap o meu colete salva-vidas.
Surfando pelo mundo.
A viver.
Tenho uma alma livre e um corpo ao qual vivo amarrado.
E eu tenho um porta-malas com você quer que eu guardei.
Minhas músicas viajaram para lugares onde eu não estarei,
Os meus lábios selaram Peitos que beijei.
Apaixonei-Me por tantas coisas que doía,
Desfrute de mil batalhas não importava se eu perdesse.
Eu implorei abraços antes de uma porta,
Ferido por uma queda que ainda me sangra.
Fui guia, fui lastro, fui casaco,
Percorri as ruas como um mendigo.
Tenho amigos que se contam com os dedos de uma mão.
Tenho uns pais vivos e sete irmãos.
Tenho um ramo de ilusões que apodrecem ao dizer adeus.
Mais do que em Deus, acreditei no peso dos meus actos.
Uma metade tão triste, a outra metade rindo.
Agora percebo.
Estou a viver.
Vou sair e parar o tempo.
Vou escrever isto como um testamento.
Vou gritar alto até o meu hálito acabar.
Amando e sofrendo.
A viver.
Vou desligar as luzes e olhar para mim lá dentro.
Vou despir me sem
Pensar no lamento.
Vou deslizar como vento no cimento,
Chorando e sorrindo.
A viver.
Dormi em favelas tão sujas que poucos entram.
Eu Teci jardins onde antes havia pedra.
Perdi a paz por vencer a guerra.
Afogar - me no meu nevoeiro e depois entre garrafas de gin.
Dormi em portais e mansões.
Eu desenhei o mundo como um parque de diversões
Sucumbindo a tentações e miragens.
Menti a tantos e mais a mim mesmo,
Dos livros que li bebi sabedoria eterna.
Encontrei conforto a abrir o céu entre as pernas.
Pelos meus beijos nunca Dice eu chorei cataratas.
Voei de Tóquio para Manhattan.
Eu vi a criação maravilhosa em todas as coisas.
Eu sofri de depressão, colapso nervoso.
Uma metade adormecida, a outra metade em chamas.
Agora eu entendo, estou vivendo.
Vou sair e parar o tempo.
Vou escrever isto como um testamento.
Vou gritar alto até o meu hálito acabar.
Amando e sofrendo.
A viver. Vou desligar as luzes e olhar para mim lá dentro.
Vou despir me sem
Pensar no lamento.
Vou deslizar como vento no cimento,
Chorando e sorrindo.
A viver.
Já vi pessoas morrerem e soltarem o último suspiro em paz.
Tirar-lhes uma luz do peito e subir fugaz.
Sempre incapaz de domar vaga lumes,
Sempre à procura de alguma afeição até nos pântanos.
Corri para tomar banho no mar sob a tempestade,
Sofri o desejo como uma morte lenta.
Abri portas na minha mente que ninguém jamais deve abrir.
Por ódio fiz loucuras e por amor muitas mais.
Afastei-me das pessoas por causa do medo.
Vi homens infalíveis a cair no chão.
Nadei pelo Nilo e pelo fio da almofada.
Chorei a minha raiva como cascatas.
Eu tive caprichos de todos os tipos,
Mas um lápis e um papel já bastavam para ser rico.
Uma metade tão quieta, a outra a correr.
Agora eu entendo, estou vivendo.
Tantas pessoas, tantos lugares e eu.
Eu sempre jogo em duas metades.
Apreciando os prazeres, aceitando o sofrimento.
Nach.
Através de mim.
A viver.
Vou sair e parar o tempo.
Vou escrever isto como um testamento.
Vou gritar alto até o meu hálito acabar.
Amando e sofrendo.
A viver.
Vou desligar as luzes e olhar para mim lá dentro.
Vou despir-me sem pensar no lamento.
Vou deslizar como vento no cimento,
Chorando e sorrindo.
A viver.
Vou sair e parar o tempo.
Vou escrever isto como um testamento.
Vou gritar alto até o meu hálito acabar.
Amando e sofrendo.
A viver.
Vou desligar as luzes e olhar para mim lá dentro.
Vou despir-me sem pensar no lamento.
Vou deslizar como vento no cimento,
Chorando e sorrindo.
A viver.