MyGrain — Killing Time letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Killing Time" de MyGrain.

Letra

Scream between the lines so no one hears
The story never ends, scars will never mend
… Killing time!
Infected thoughts piercing your brain — escapist isolation
Relentless illusion, severe solution… into eternity
Overshadowed of serpent speech, mirror image like a leech
Imbalanced symbiosis drains profound idioglossia to a waste
Blackened heart no longer tells nothing at all
Redeeming ghost of the empty call
Staring through the hourglass
Awaiting to discard
Killing time — mirror for the dead eye
(Blackened heart no longer tells nothing at all
Killing time — mirror for the dead eye!)
And I’ll be reborn…
Deviate from the pattern
Proliferate the adapted memories
Blend in to confusion
Break the puzzle of repetitive illusions
Reflecting emulated spirits to desolation
Adapting secret codes to reverse evolution
No longer she emerges from veiled scars
Blackened holes in hearts with no shooting stars
No longer she adapts the space of inner terrains
Stalemate end with immovable pain
Cryptophasia, bound unveiled masquerade
Wasted time, wasted sacrifice
Darkness of her consuming shadow
… Lights up no tomorrow

Tradução da letra

Grita entre as linhas para que ninguém ouça
A história nunca acaba, as cicatrizes nunca vão sarar.
... Matar o tempo!
Pensamentos infectados perfurando o isolamento cérebro-escapista
Ilusão implacável, solução severa ... para a eternidade.
Ofuscado da fala da serpente, imagem espelho como uma sanguessuga
A simbiose desequilibrada drena a idioglossia profunda para um desperdício.
O coração negro já não diz nada.
Fantasma Redentor da chamada vazia
Olhando através da ampulheta
À espera de descartar
A matar o espelho do tempo para o olho morto
(Coração escurecido já não diz nada
A matar o espelho do tempo para o olho morto!)
E eu renascerei…
Desviar-se do padrão
Proliferar as memórias adaptadas
Misturar-se na confusão
Quebra o puzzle das ilusões repetitivas
Espíritos emulados reflectores à desolação
Adaptar códigos secretos à evolução inversa
Já não emerge das cicatrizes veladas
Buracos negros em corações sem estrelas cadentes
Já não adapta o espaço dos terrenos interiores
Fim de impasse com dor imóvel
Cryptophasia, mascarada desvendada
Tempo perdido, sacrifício desperdiçado
Escuridão da sua sombra consumidora
... Luzes acesas não há amanhã