MyGrain — Ambivalentine letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ambivalentine" de MyGrain.

Letra

Sworn to a great division, the cruel inheritance
Night-born endless seasons in duality emotions
Crucified on the fence between
Collapsed time elapses in me
Born of dying and dying to born
Never ending circle repeats itself
I am you… I absorb you, I reward you
You are mine… You feed me, you need me
A prey like living bate, a spawn of paradox that fits
… the game for slay-conjured instinct
Gathered in my dreams to bleed the sanguine streams
You’re my dearest enemy, conjoined for life
Searching in the night, from the veils of disguise
You’re the sweetest treachery, alteration to strife
A soulmate disastrous kind, the ambilavence inside
Close your eyes and take my hand
Follow me where I stand
The throne of violent emotions
A fiction for devotion
Manipulated for self-deception
The imitation of ever lost ideals
Of progenies' ingrained beliefs
A deluding desire that will bury you alive
Inalienable parasite in disguise that will suck you dry
Godlike is low-life
Bow the freak on a leash of broken dreams
Keeper of malignant order
Downfall in this psychoville masquerade
Face the enemy that is in yourself
No heaven shall bless the confrontation of comforted distress
No sunshine for a soul, in this well-hidden see-through show
Grace of blasphemous the one, the temple of your head embraced by gun
Revolving nightmares in a run, the all-evolving shadow of the sun
The picture perfect illustration of absent devotion
Discordant powers, bound unholy unity
… of strife

Tradução da letra

Jurou uma grande divisão, A cruel herança
Estações sem fim nascidas à noite na dualidade emoções
Crucificado na cerca entre
O tempo desmoronou-se em mim
Nascido de morrer e morrer por nascer
Círculo interminável repete-se
Eu sou Tu... Eu absorvo-te, eu recompenso-te
Tu és minha... alimentas-me, precisas de mim
Uma presa como a boate viva, uma cria de paradoxo que se encaixa
... o jogo do instinto de matar
Juntei-me nos meus sonhos para sangrar os riachos sanguinos
És o meu mais querido inimigo, Unido para toda a vida.
À procura durante a noite, dos véus do disfarce
És a mais doce traição, alteração na luta
Uma alma gémea desastrosa, a ambilavência interior
Fecha os olhos e agarra a minha mão.
Segue - me onde estou
O trono das emoções violentas
Uma ficção para devoção
Manipulado para auto-engano
A imitação de ideais sempre perdidos
Das crenças enraizadas das progénias
Um desejo iludido que te enterrará vivo.
Parasita inalienável disfarçado que te vai sugar até secar
Deus é humilde.
Curve a aberração com uma trela de sonhos quebrados
Detentor da ordem maligna
Queda nesta mascarada de psychoville
Enfrenta o inimigo que está em ti
Nenhum céu abençoará a confrontação da angústia confortada.
Nenhuma luz do sol para uma alma, neste bem escondido espectáculo transparente
A graça de blasfemar aquele, o Templo da tua cabeça abraçado pela arma
Pesadelos rotativos numa corrida, a sombra do sol em evolução
A imagem perfeita ilustração da devoção ausente
Poderes discordantes, unicidade profana ligada
... de conflitos