Moonsorrow — Kivenkantaja letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Kivenkantaja" de Moonsorrow.

Letra

Äärellä veden luodolla istuen
polviin päänsä painaneena.
Laineet kolean tuulen syleilyssä
taakkansa saavat kantaakseen.
Nähnyt on tulta, nähnyt on kuolemaa
mies petojen kasvattama.
Nähnyt on hävityksen kansansa,
nähnyt mitä ei voi unohtaa.
Taivaille vannonut ikuista vihaa
kantaja miekan ruosteisen.
Kantaja kiven kironnut kuninkaita,
polttanut maat takanaan.
Laaksoihin kärsimysten,
virtaan vetten katkeruuden.
Polkuja seuraamatta
painon alle musertuen.
Äärellä veden kurjalla karilla
hahmo raskain aatoksin.
Yksin kiroaa, hiekalle laskee
kiveenhakatun kohtalon.
Ei aukene taivas, ei nouse tuuli,
pilvet rantaa varjostavat.
Hiljaisuudessa kiroaa ja odottaa
matkaaja tyhjään huomiseen.
Sitä surua ei voi unohtaa,
ei kiveä jalkoihin laskea.
Sitä vihaa ei voi tukahduttaa,
on hulluus kiven painona.
Sitting on a rock by the sea
with head bown to his knees.
Caressed by the coldest wind
the silent waves receive his burden.
Fire has he seen and death as well,
man grown up by beasts.
Destruction has he seen, of his own people,
seen what cannot be unmade.
Eternal hatred to all heavens
by a corroded blade he swore.
The bearer of stone, cursed has he kings
and burnt all the land behind.
To valleys of suffering,
into the stream of bitter rivers.
Aside paths made by man,
ever under crushing weight.
On an isolated rock by the sea
there sits a grief-stricken man.
Alone he curses and lays on the sand
a weighing fate carved in stone.
Yet skies don’t open, no wind shall rise
and clouds they shadow the shore.
In silence a roamer curses and waits
until another tomorrow.
An unforgotten grief
ever carried with the stone.
An unforsaken hatred,
madness weighing down the stone.

Tradução da letra

Sentado na beira da água
joelhar.
Ondas no abraço do vento frio
carregam os fardos.
Ver é fogo, ver é Morte
homem criado por bestas.
Visto é a destruição do seu povo,
vi o que não pode ser esquecido.
A ira eterna jurada aos céus
o portador da espada enferrujada.
O portador da pedra amaldiçoou os reis.,
queimou a terra atrás dele.
Vales de sofrimento,
a amargura das águas.
Sem seguir os caminhos
debaixo do peso, esmagando.
À beira da água nas rochas sórdidas
uma personagem com uma mente pesada.
Praguejando sozinho, deitado na areia
o destino da pedra.
Sem abertura do céu, sem vento a subir,
nuvens sombream a praia.
Em silêncio maldição e espera
viajante a esvaziar amanhã.
Que a tristeza não pode ser esquecida,
não há pedra para baixar os pés.
Não podes suprimir essa raiva.,
há loucura no peso de uma pedra.
Sentado numa rocha junto ao mar
com a cabeça curvada aos joelhos.
Acariciado pelo vento mais frio
as ondas silenciosas recebem o seu fardo.
O fogo também viu e a morte também.,
homem crescido por bestas.
Ele viu a destruição do seu próprio povo,
veja o que não pode ser desfeito.
Eterno eclodido a todos os céus
por uma lâmina corroída, ele jurou.
O portador da pedra, amaldiçoado tem Reis
e queimar toda a terra para trás.
Aos vales do sofrimento,
para a corrente de rios amargos.
Caminhos de armas feitos pelo homem,
sempre debaixo de peso esmagador.
É uma rocha isolada junto ao mar
ali está um homem aflito.
Só Ele amaldiçoa e deita-se na areia
um destino pesado esculpido em pedra.
No entanto, os céus não abrem, nenhum vento levantará
e as nuvens fazem sombra na costa.
Em silêncio, um viajante amaldiçoa e espera
até outro amanhã.
Uma dor inesquecível
alguma vez carregado com a pedra.
Um ódio imperdoável,
loucura a pesar a pedra.