Monumentum — La Noia letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Noia" de Monumentum.
Letra
I Feel this Dazed by the NOTHING which
Is Surrounding me that, IF I went Mad
In this VERY moment, my Own Insanity
Wouldn’t be but, an ETERNAL sitting down
My EYES Astounded, my MOUTH’s opened
My HANDS hidden, between my knees
Neither Laughing nor Weeping
Nor EVEN Moving, if not on Compulsion
From the Place where I’d be
I have no more VIGOUR
To Conceive any WISH, not even a Deadly one
And not because I FEAR death, but 'cos I NO LONGER see
Any difference between DEATH and this LIFE of mine
Where NOBODY comes to Relieve me
Not EVEN the Sorrow
This is the First time that TEDIUM not only Tires
And weighs Down on me, it’s also Worrying
And Tearing me, just like the STRONGEST of Pains
I’ve got so Frightened by the VANITY of things
And the Condition of Mankind — Death of every Passion —
As they’re ALL DEAD, in My Heart
That I’m going Insane, thinking that my DESPAIR itself
Isn’t BUT NOTHING
Farewell
(Lyric: a free interpretation & translation from)
(«Sulla Noia e la Disperazione» by Giacomo Leopardi 1819)
Tradução da letra
Sinto-me tão atordoado com o nada que
Está a cercar-me que, se eu enlouquecesse
Neste preciso momento, a minha própria insanidade
Não seria mas, um eterno sentado
Os meus olhos espantados, a minha boca aberta
As minhas mãos escondidas, entre os meus joelhos
Nem rindo nem chorando
Nem sequer se movem, se não por compulsão
Do lugar onde eu estaria
Não tenho mais vigor.
Para conceber qualquer desejo, nem mesmo um desejo Mortal.
E não porque temo a morte, mas porque já não vejo
Qualquer diferença entre a morte e esta minha vida
Onde ninguém vem substituir-me
Nem mesmo a tristeza
Esta é a primeira vez que tédio não só pneus
E pesa sobre mim, também é preocupante
E a rasgar - me, tal como o mais forte das Dores
Fiquei tão assustada com a vaidade das coisas.
E a condição da humanidade — morte de toda paixão —
Como estão todos mortos, no meu coração
Que estou a enlouquecer, a pensar que o meu próprio desespero
Não é nada
Despedida
(Lírico: uma interpretação e tradução grátis de)
("Sulla Noia e la Dispersazione", por Giacomo Leopardi 1819)