Modest Mouse — History Sticks To Your Feet letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "History Sticks To Your Feet" de Modest Mouse.

Letra

At the movies eyes iced over
Walking sideways through them gutters
And you realize that the floor sticks to your feet like history
Well, don’t you look at me
Like life don’t hold you anymore mystery
Bag of splinters boiling over
On your back expose your belly
Optimism doesn’t change the facts
Just what you’re gonna to see
Like it was stated that we’re walking salt and coal
Plants solidify sunshine, how this start I don’t know
Causing feet and entire chain shoe stores
The sun’s diary pulled up from deep canary holes
And when we read it our skin it becomes warm
At the movies eyes iced over
Walking sideways through the gutter
And you realize life sticks to your feet, you’re history
I’m gonna slap that look off your face
Like life don’t hold no mystery
All those red marks on our shoulders
Self back patting, homemade trophies
Well, the past only exists as tiny bricks
We burn to release all, it’s memory
I’ve had enough with rolling boulders, I want more moss on me
Clocks to splinters but time goes forward
And when them tree drop leaves your feet collect their memories
I guess all us snakes find our tails pretty damn tasty
I heard you mention that we’re walking salt and coal
Plants solidify sunshine, how this start I don’t know
Causing feet and entire chain shoe stores
The sun’s diary pulled up from deep canary holes
And when we read it our skin it becomes warm

Tradução da letra

No cinema os olhos congelaram
Andar de lado pelas calhas
E você percebe que o chão se agarra aos seus pés como a história
Não olhes para mim.
Como se a vida não te mantivesse mais misterioso
Saco de farpas a ferver
Nas tuas costas expõem a tua barriga
O optimismo não muda os factos.
Só o que vais ver
Como se tivesse sido afirmado que estamos caminhando sal e carvão
Plantas solidificam a luz do sol, como este começo eu não sei
Causando pés e cadeias de calçado inteiras
O diário do sol levantou-se de buracos de canários profundos
E quando o lemos a nossa pele torna-se quente
No cinema os olhos congelaram
Andar de lado pela sarjeta
E você percebe que a vida se agarra aos seus pés, você é história
Vou tirar esse olhar da tua cara
Como se a vida não tivesse mistério
Todas aquelas marcas vermelhas nos nossos ombros
Palmadinhas nas costas, troféus Caseiros.
Bem, o passado só existe como tijolos minúsculos
Queimamos para libertar tudo, é a memória
Estou farto de pedregulhos rolantes, quero mais musgo em mim
Relógios até lascas, mas o tempo vai para a frente
E quando a árvore cair, os teus pés recolhem as suas memórias.
Acho que todas as cobras acham as nossas caudas muito saborosas.
Ouvi-te dizer que estamos a andar sal e carvão.
Plantas solidificam a luz do sol, como este começo eu não sei
Causando pés e cadeias de calçado inteiras
O diário do sol levantou-se de buracos de canários profundos
E quando o lemos a nossa pele torna-se quente