Mikel Erentxun — Cuervos blancos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuervos blancos" de Mikel Erentxun.

Letra

Hay cuervos blancos sobrevolando los tejados
Nuestros Silencios detienen su conversación
No somos almas en calma
Ni treguas en celo
Y nuestra distancia alcanza su máximo esplendor
Hay camas abiertas para
Vidas cerradas en falso
Nos tumbamos en ellas limitándonos a esperar
Nos hemos cruzado en la mitad
Del camino que une
La soledad con la soledad
Nos hemos dejado aventar
Por un viento inmóvil
Que no puede cicatrizar
Hay cuervos blancos devorando días muertos
Hasta limpiar los huesos de un tiempo
Que ya no volverá
Somos figuras de cera con fiebre en la memoria
Monedas girando en el aire
Sin suelo donde caer
Nos hemos dejado aventar
Por un viento inmóvil
Que no puede cicatrizar
Hay cuervos blancos… sobrevolando… lo que hemos sido…
Nos hemos cruzado en la mitad
Del camino que une
La soledad con la soledad
Nos hemos dejado aventar
Por un viento inmóvil
Que no puede cicatrizar

Tradução da letra

Há corvos brancos a sobrevoar os telhados
Nossos silêncios param sua conversa
Não somos almas calmas
Nem tréguas no cio
E nossa distância atinge seu máximo esplendor
Há camas abertas para
Vidas fechadas em falso
Nós nos deitamos nelas apenas esperando
Cruzámo nos ao meio
Do caminho que une
Solidão com solidão
Deixámo nos aventar
Por um vento imóvel
Que não pode cicatrizar
Há corvos brancos a devorar dias mortos
Até limpar os ossos por um tempo
Que já não volta
Somos figuras de cera com febre na memória
Moedas girando no ar
Sem solo para cair
Deixámo nos aventar
Por um vento imóvel
Que não pode cicatrizar
Há corvos brancos sobre sobrevoando lo o que temos sido…
Cruzámo nos ao meio
Do caminho que une
Solidão com solidão
Deixámo nos aventar
Por um vento imóvel
Que não pode cicatrizar