Miguel Rios — Subsuelo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Subsuelo" de Miguel Rios.

Letra

Neón al anochecer
luces como balas en el túnel podrido del subsuelo
sueños rotos que se pierden
por el sumidero de las torres Babel.
Rabia contenida, desesperación
ojos que se miran con rencor
nadie piensa en nadié más que en él
en la jungla sin cuartel.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
En la ley del subsuelo no hay solidaridad
luchas sin armas cerca del infierno
sus alas son de cera como Ícaro
no podrán volar con este calor.
Almas que se pierden por túneles sin fin
laberintos de mediocridad
sólo piensan en lograr salir
en ver el color del mar.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
Sienten esa herida al caer el día
sienten esa angustia que asusta y que quita el sueño
vías paralelas en la oscuridad
el futuro acaba de pasar.
Rabia contenida, desesperación
ojos que se miran con rencor
sólo piensan en sobrevivir
y volver a ver el sol.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
Dama que vistes de negro satén
aparta tu manto del último tren.
Dama de negro,
del último tren.

Tradução da letra

Néon ao anoitecer
pareces balas no túnel podre do subsolo
sonhos partidos que se perdem
pelo sumidouro das Torres Babel.
Raiva contida, desespero
olhos que se olham com rancor
ninguém pensa em nadié mais do que nele
na selva sem quartel.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Na lei do subsolo não há solidariedade
lutas sem armas perto do inferno
suas asas são de cera como Ícaro
não poderão voar com este calor.
Almas perdidas por túneis sem fim
labirintos de mediocridade
só pensam em sair
em ver a cor do mar.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Sentem essa ferida ao cair o dia
sentem essa angústia que assusta e que tira o sono
caminhos paralelos na escuridão
o futuro acabou de passar.
Raiva contida, desespero
olhos que se olham com rancor
só pensam em sobreviver
e voltar a ver o sol.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Senhora que você veste de cetim preto
afasta o teu manto do último comboio.
Senhora negra,
do último comboio.