Miguel Rios — Armas De Bolero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Armas De Bolero" de Miguel Rios.

Letra

Nos conocimos una noche sin luna,
los dos buscándonos entre la gente
perjudicados por la misma locura,
nadábamos contra corriente.
Aquella noche estaba en mi destino
que la fortuna se llevara mi suerte,
me susurraste, amo lo prohibido,
mi vida es un bolero pendiente.
No te creí,
tu carmín se convirtió en mi veneno,
tus piernas son el compás
que marca la línea del deseo.
Y es que no puedo vivir
sin la locura de esta dulce tortura
que es tenerte,
y es que me muero si pienso en que algún día se acabe la agonía
de quererte.
Quiero seguir cumpliendo esta condena,
quiero que dure cien años y un día.
No puedo imaginarme sin cadenas,
atándome a la sombra de tu vida.
Quiero seguir viviendo de esta forma,
sentir que el vértigo me empapa el alma.
En este amor sin límite ni norma,
las leyes del bolero son tus armas.
No soy feliz
pero muerdo cuando no estás conmigo,
te odio y te deseo,
y cuando te extraño me maldigo.
Y es que no puedo vivir
sin la locura de esta dulce tortura
que es tenerte,
y es que me muero si pienso en que algún día se acabe la agonía
de quererte.
No soy feliz
pero muerdo cuando no estás conmigo,
te odio y te deseo,
y cuando te extraño me maldigo.
Y es que no puedo vivir
sin la locura de esta dulce tortura
que es tenerte,
y es que me muero si pienso en que algún día se acabe la agonía
de quererte,
de quererte.

Tradução da letra

Conhecemo nos numa noite sem lua,
ambos à nossa procura entre as pessoas
prejudicados pela mesma loucura,
nadávamos contra a corrente.
Naquela noite estava no meu destino
que a fortuna levasse a minha sorte,
sussurraste-me, amo o proibido,
a minha vida é um bolero pendente.
Não acreditei em ti,
o teu Carmim tornou se o meu veneno,
suas pernas são o compasso
que marca a linha do desejo.
E não posso viver
sem a loucura desta doce tortura
o que é ter-te,
e eu morro se pensar que um dia a agonia acaba
de te amar.
Quero continuar a cumprir esta pena,
quero que dure cem anos e um dia.
Não consigo imaginar sem correntes,
amarrando-me à sombra da tua vida.
Quero continuar a viver assim,
sentir a vertigem a embeber-me a alma.
Neste amor sem limite nem norma,
as leis do bolero são as tuas armas.
Não estou feliz
mas mordo quando não estás comigo,
odeio te e Desejo te,
e quando sinto a tua falta, amaldiçoo-me.
E não posso viver
sem a loucura desta doce tortura
o que é ter-te,
e eu morro se pensar que um dia a agonia acaba
de te amar.
Não estou feliz
mas mordo quando não estás comigo,
odeio te e Desejo te,
e quando sinto a tua falta, amaldiçoo-me.
E não posso viver
sem a loucura desta doce tortura
o que é ter-te,
e eu morro se pensar que um dia a agonia acaba
de te amar,
de te amar.