Miguel Poveda — Romance de Juan de Osuna letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Romance de Juan de Osuna" de Miguel Poveda.
Letra
No hay flor como la amapola
Ni cariño como el mío
Que me sentencian a muerte
Por tenerlo «repartío».
A las dos de la mañana
Me vinieron a llamar
Tres pares de ojitos negros
Y me tuve que entregar.
La mano en el Evangelio
La pongo aunque yo me muera
Que yo no he «matao» a nadie
De noche en la carretera.
Los tormentos de mis negras duquelas
No se las mando ni a mis enemigos
Yo soñaba con clavito y canela
Me despertaron «pa» darme el castigo.
Eres mi nombre y mi «vía»
Eres mi lunita clara
Con lo mucho que lo la quería
Se va sin volver la cara.
La rosa de los amores
La cortan pobres y ricos
Y «toos» acaban llorando
Igual que los niños chicos.
Los tormentos de mis negras duquelas
Tradução da letra
Não há flor como a papoula
Nem amor como o meu
Que me condenam à morte
Por tê-lo"repartido".
Às duas da manhã
Vieram chamar me
Três pares de olhinhos pretos
E tive de me entregar.
A mão no Evangelho
Ponho a mesmo que eu morra
Que eu não" matao " ninguém
À noite na estrada.
Os tormentos das minhas negras duquelas
Não as mando nem aos meus inimigos
Eu sonhava com cravo e canela
Acordaram-me " pa " dar-me o castigo.
Você é meu nome e minha " via»
És a minha luninha clara
Com o quanto eu a amava
Vai-se embora sem virar a cara.
A rosa dos amores
Cortam na pobres e ricos
E "toos" acabam chorando
Tal como os miúdos.
Os tormentos das minhas negras duquelas