Michel Sardou — Le surveillant général letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le surveillant général" de Michel Sardou.

Letra

En ce temps-là,
Monsieur le surveillant des classes secondaires
Etait un peu efféminé.
En ce temps-là,
Je lisais «Le Grand Meaulnes»
Et après les lumières,
Je me faisais plaisir,
Je me faisais dormir.
Je m’inventais un monde
Rempli de femmes aux cheveux roux.
J’ai dit de femmes, pas de jeunes filles.
Cette année-là,
Je n’oublierai jamais le regard de vipère
Que m’avait lancéce vieux rat.
Cette année-là,
J’avais poséles yeux sur la croupe incendiaire
De ma professeur de droit.
Elle avait mis le feu en moi.
J’avais avaléla lumière.
J’aurais aiméla terre entière.
Seulement les femmes, pas les jeunes filles.
Pauvre de moi,
Monsieur le surveillant des classes secondaires
Passait ses nuits àespionner.
Pauvre de moi,
Du couloir des secondes au dortoir des premières
Comment les jeunes étaient couchés.
Bien sur le dos, les bras croisés
Sur la couverture de laine,
Des fois qu’on aurait des idées,
Pauvre taré, pauvre chimère.
C’est pourtant là
Que durant des années j’ai rêvéd'adultère
Que je n’ai jamais consommé
Et chaque nuit quand je tiens dans mes bras
Une femme trop fière
Qui se refuse àme donner
Un peu plus que le nécessaire
Parce que j’hésite àla défaire
De son carcan de préjugés,
Parce que je n’ai pas la manière
J’ai presque envie de lui confier
Qu’en ce temps-là
J’avais un surveillant des classes secondaires…
Mais ça la ferait rigoler.

Tradução da letra

Naquela altura,
Supervisor do Liceu
Ele era um pouco efeminado.
Naquela altura,
Eu estava lendo " The Great Meaulnes»
E depois das luzes,
Estava só a divertir-me.,
Estava a dormir.
Eu estava inventando um mundo
Cheia de mulheres ruivas.
Eu disse mulheres, não raparigas.
Ano,
Nunca esquecerei o aspecto de uma víbora
Aquele velho rato atirou-me.
Ano,
Eu tinha posto os olhos no traseiro incendiário
O meu professor de direito.
Ela pegou-me fogo.
Engoli a luz.
Eu teria amado toda a terra.
Só mulheres, não raparigas.
Pobre de mim.,
Supervisor do Liceu
Passou as noites a espiar.
Pobre de mim.,
Do corredor do segundo ao dormitório do primeiro
Como os jovens estavam deitados.
Bem nas costas, braços cruzados
No cobertor de lã,
Às vezes temos ideias.,
Pobre aberração, pobre Quimera.
Aqui está.
Que durante anos sonhei com adultério
Que nunca consumi
E todas as noites quando Seguro nos meus braços
Uma mulher demasiado orgulhosa
Que se recusa a dar-me
Um pouco mais do que o necessário
Porque hesito em desfazê-lo.
De prejuízo,
Porque eu não tenho o caminho
Quase quero confiar nele.
Que naquela altura
Tive um supervisor do Liceu.…
Mas fá-la-ia rir.