Michel Delpech — La Nuit Douce D'Alice letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Nuit Douce D'Alice" de Michel Delpech.

Letra

Le vent joue avec la branche de l’orme qui se penche vers sa fentre
a lui rappelle ses petits, leurs rires sur les balanoires
Son regard pour ailleurs s’amuse suivre le vol fou d’un rouge-gorge
Le plus clair de son temps, elle le passe accepter le soir
Sur ses accoudoirs de dentelle, ses mains sches se reposent des lessives
Et des mouchoirs en drap de lin que les chagrins lui ont fait ptrir
Ses mains aux veines si bleues
Petits fleuves qui se jettent dans ses silences
La rsument et la raisonnent, il n’est plus temps de s’attendre au pire
Maintenant les choses sont paisibles
Aussi paisibles que l’homme, l, qui jardine
S’vanouit la mauvaise herbe quand la nuit douce descend sur le parc
Les souvenirs qui surnagent, c’est les nuages, l-bas, qui moutonnent
Coton sur l’arbre de Nol, brume sur l’tang o l’attend la barque
Ses rves, ils s’conomisent, ils ne courent plus si loin sur la colline
Ses caprices se limitent une bonne me qui lui pluche une poire
Sa mmoire la drive lui souffle «C'tait quoi, cette guerre, dj?»
Et moi, j’espre par-dessus tout que je s’rai l pour lui dire au revoir
Ses penses n’ont plus de flot, c’est juste des petits pas de porcelaine
Et elle assemble le meilleur, comme on rentre les fleurs par grand froid
Maintenant tout est simple
Comme quand ses pices sont faites, sa vaisselle propre
Et qu’elle respire la maison, les yeux ferms, seule dans le noir.

Tradução da letra

O vento brinca com o ramo do Ulmeiro que se inclina para a sua fenda
A lembra-o dos seus pequeninos, o seu riso nos baloiços
O olhar dela noutro lugar diverte-se a seguir o voo louco de uma ruiva
A mais clara de seu tempo, ela passa-o aceitando a noite
Em seus braços de renda, suas mãos sches descansam da Lavandaria
E lenços de assoar e de bolso feitos de linho que as tristezas o fizeram pterrir
As suas mãos com veias tão azuis
Pequenos rios que correm para os seus silêncios
E reze-o, já não é hora de esperar o pior
Agora as coisas estão tranquilas.
Tão pacífico como o homem, Eu, que Jardins
Vanouit a erva quando a doce noite desce no parque
As memórias que superam, são as nuvens, lá em baixo, aquele rebanho
Algodão na Nola, névoa no tang o aguarda o barco
Seus rves, eles se conhecem, eles não correm tão longe na colina
Os seus caprichos estão limitados a um bom eu que arranca uma pêra.
"Que guerra foi esta, dj?»
E eu, acima de tudo, espero estar lá para me despedir.
Seus pensamentos não estão mais fluindo, são apenas pequenos passos de porcelana
E reúne o melhor, quando você entra nas flores no frio
Agora tudo é simples.
Como quando seus pices são feitos, seus pratos limpos
E deixa-a respirar a casa, com os olhos fechados, sozinha no escuro.