Michel Bühler — Années 30 letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Années 30" de Michel Bühler.
Letra
N’avez-vous pas de mémoire?
Revoici les années noires
Qui montrent leur nez pas bien loin
Revoici les années trente
Ou alors leurs descendantes
Fringuées chic, présentant bien
«Ein Volk, ein Reich, ein Führer»
Un gros Duce en fureur
Voilà c' qu'était en chemin
Aujourd’hui, ce qui s’avance
C’est la même pestilence
Et vous ne dites rien
N’entrevoyez-vous pas derrière
La propagande grossière
Et les slogans assénés
Derrière l’homme providentiel
Quasiment tombé du ciel
Juste à point pour nous sauver
Comme l’ombre, comme l’image
Grisâtre, vieillie par l'âge
D' la barbarie du passé?
Même racisme, mêmes brutes
Même vertige, même chute
Et vous restez muets
N’ont-elles rien qui vous débecte
Ces publicités infectes
Qui maculent nos journaux?
Et ce parti valet des riches
Qui s' prétend sur ses affiches
Doux et blanc comme l’agneau
Qui déterre des peurs anciennes
Pour appeler à la haine
Sur fond d’Alpes et de drapeaux
Tandis que son chef ricane
Et triomphe et se pavane
Bon Dieu ! mais qu’est-ce qu’il vous faut?
N' voyez-vous pas l'évidence?
Les provoc' et la violence
Qui montent dans ce pays
Où, sans honte, des cyniques
Arrivistes politiques
S’inclinent ou bien se rallient
Où l’on prépare le lit
De l’horreur et de la nuit
En se pensant à l’abri
Quel tocsin faut-il sonner?
Combien d' cris désespérés
Faudra-t-il lancer ici?
Quel tocsin faut-il sonner?
Combien d' cris faut-il lancer
Putain ! pour vous réveiller?
Tradução da letra
Não tens memória?
Aqui estão os anos negros novamente.
Que mostram os seus narizes não muito longe
Aqui estão os anos 30.
Ou os seus descendentes
Chique fringed, apresentando-se bem
"Ein Volk, ein Reich, ein Führer»
Um grande Duce em fúria
Era isso que estava a caminho.
Hoje, o que está para vir
É a mesma peste.
E tu não dizes nada
Não vislumbre atrás
Propaganda grosseira
E os slogans de som
Por trás do homem providencial
Quase caiu do céu
Mesmo a tempo de nos salvar
Como a sombra, como a imagem
Grayish, envelhecido por idade
A barbárie do passado?
O mesmo racismo, os mesmos brutos
As mesmas tonturas, a mesma queda
E tu ficas em silêncio.
Não têm nada que te chateie?
Estes anúncios infectados
Quem mancha os nossos jornais?
E esta festa de arrumadores dos ricos
Que afirma estar nos seus cartazes
Doce e branco como cordeiro
Que desenterra medos antigos
Para chamar ao ódio
No fundo dos Alpes e das bandeiras
Enquanto o chefe dele se ri
E triunfar e pavonear
Meu Deus ! mas do que precisas?
Não vês o óbvio?
Provoc e violência
Que entram neste país
Onde, sem vergonha, cínicos
Arranque político
Arco ou rali
Onde preparar a cama
Horror e noite
A pensar em abrigo.
O que tocsin deve soar?
Quantos gritos desesperados
Atiramos para aqui?
O que tocsin deve soar?
Quantos gritos precisas de gritar?
Porra! para te acordar?