Michael Martin Murphey — Sonora's Death Row letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sonora's Death Row" de Michael Martin Murphey.

Letra

Me and the boy’s we cinched up our saddles
And rode to Sonora last night
Gun’s hanging proud, daring out loud
For anyone looking to fight
Card cheats and rustlers would run for their holes
When the boys from the old broken O
Rode up and reined on the street that they named
Sonora’s death row
Mescal is free at Amanda’s saloon
For the boy’s from the old broken O
Saturday nights in the town of Sonora
Are the best in all Mexico
They’ve got guitars and trumpets and sweet senoritas
Who won’t want to let you go
You’d never believe such a gay happy time
On the street called Sonora’s death row
Inside Amanda’s we was a dancin'
With all of Amanda’s gals
I won some silver at seven card stud
So I was out doin' my pals
But the whiskey and mescal, peso cigars
Drove me outside for some air
Somebody whispered, «Your life or your money
I reached, but my gun wasn’t there»
I woke up face down in Amanda’s back alley
Aware of the fool I had been
Rushed to my pony, grabbed my Winchester
And entered Amanda’s again
Where I saw my partners twirling my pistols
And throwing my money around
Blinded by anger, I jacked the lever
And one of them fell to the ground
Amanda’s got silent like night in the desert
My friends stared in pure disbelief
Amanda was kneeling beside the dead cowboy
Plainly expressing her grief
And as I bowed my head a trembled shot through me
My six-gun was still at my side
I felt my pockets, there was my money
I fell to my knees and I cried
A nightmare of mescal is all that it was
For no one had robbed me at all
I wish I was dreaming the sound of the gallows
They’re testing just outside the wall
And the mescal’s still free at Amanda’s saloon
For the boy’s from the old broken O
I’d give a ransom to drink there today
Be free of Sonora’s death row
Yes I’d give a ransom to drink there today
Be free of Sonora’s death row

Tradução da letra

Eu e o rapaz enceramos as nossas selas
E cavalgou para Sonora ontem à noite
A arma está pendurada orgulhosa, ousada em voz alta
Para quem quer lutar
Batoteiros e ladrões fugiriam para os seus buracos
Quando os rapazes do velho partido
Cavalgaram e choveram na rua a que chamaram
Corredor da morte de Sonora
Mescal está livre no bar da Amanda.
Pois o rapaz é do velho partido
Sábado à noite na cidade de Sonora
São os melhores de todo o México
Eles têm guitarras e trombetas e doces señoritas
Quem não te quer deixar ir
Nunca acreditarias num momento tão feliz e gay.
Na rua chamada corredor da morte de Sonora
Dentro da Amanda dançávamos
Com todas as raparigas da Amanda
Ganhei algumas pratas no seven card stud
Por isso, andava a comer os meus amigos.
Mas o uísque e o mescal, pesos charutos
Levou-me lá para fora para apanhar ar.
Alguém sussurrou: "a tua vida ou o teu dinheiro
Eu alcancei, mas a minha arma não estava lá.»
Acordei de cara no Beco Da Amanda.
Consciente do tolo que eu tinha sido
Correu para o meu pónei, agarrou a minha Winchester.
E entrou na Da Amanda outra vez.
Onde vi os meus parceiros a rodopiar as minhas pistolas
E a gastar o meu dinheiro
Cego pela raiva, eu puxei a alavanca
E um deles caiu no chão.
A Amanda ficou silenciosa como a noite no deserto
Meus amigos olharam em pura descrença
A Amanda ajoelhou-se ao lado do cowboy morto.
Expressando claramente a sua dor
E enquanto inclinava a cabeça um tiro trêmulo através de mim
O meu revólver ainda estava ao meu lado.
Senti os meus bolsos, lá estava o meu dinheiro.
Caí de joelhos e chorei
Um pesadelo de mescal é tudo o que era
Porque ninguém me tinha roubado.
Quem me dera sonhar o som da forca
Estão a testar do lado de fora da parede.
E o mescal ainda está livre no bar da Amanda.
Pois o rapaz é do velho partido
Daria um resgate para beber lá hoje.
Liberta-te do corredor da morte de Sonora.
Sim, daria um resgate para beber lá hoje.
Liberta-te do corredor da morte de Sonora.