mewithoutYou — Four Fires letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Four Fires" de mewithoutYou.

Letra

Dear seven sisters, all is distance here
All look into never out of every face
I’ll let you be my belief if I can be your doubt
Signed from Persia:
Kind subversion of a kind I couldn’t say
As our blessed lack of conversation
Has kept me alive so far today
All my savings soon were spent, so in the vales of early Fall
Under table, covered rent by packing bales of barley straw
With efforts held to circumvent the watchful eye of federal law
And mama, though I’ve been so alone
My faith in love is still devout!
With solemn sounds the potter’s ground beneath our bare wandering feet
Our crooked hearts in Sacred Harp sang out of the dark inside us deep
Their shapes of sorrow fell like shadows on the farm-to-market roads
That led my stumbling steps back home
But mama why four fires burning? Why so quiet Father’s room?
Has he not heard his son returning? or has he gone to gather food?
Or is he stomping in the forest? or has he wandered into town?
«Son, I think it’s best that you sit down-
His faith in love was still devout…»
Mama, sing my favorite hymn
As I sink deep into the grass
And the night birds beat me with their wings
With horrid laughter as they pass
The stage goes dim, its pageants finished
Fleeting worlds to which I’ve clung with a now extinguished longing
Mama, sing my favorite hymn
Where we make ploughshares from our swords
And the mason’s barber trime our Christmas tree
In the Oneness of the Lord
What grace surrounds! what strange perfection!
Mamma, sing my favorite hymn
Remind me Everyone is him

Tradução da letra

Queridos sete irmãs, tudo é Distância aqui
Todos olham para nunca para fora de cada rosto
Deixo-te ser a minha crença se puder ser a tua dúvida
Assinado pela Pérsia:
Tipo subversão de um tipo que eu não podia dizer
Como a nossa abençoada falta de conversa
Me manteve vivo até agora hoje
Todas as minhas poupanças logo foram gastas, por isso nas valas do início do outono
Em baixo da mesa, rendas cobertas por fardos de embalagem de palha de cevada
Com esforços para contornar o olho vigilante da Lei federal
E mamÃ, apesar de ter estado tão sozinha
A minha fé no amor ainda é devota!
Com sons solenes a terra do oleiro debaixo dos nossos pés descalços
Os nossos corações tortos em Harpa Sagrada cantavam do escuro dentro de nós profundamente
As suas formas de tristeza caíram como sombras nas estradas agrícolas para o mercado.
Que levou os meus passos de tropeço de volta para casa
Mas Mamã, porquê quatro incêndios a arder? Porque é que o quarto do pai é tão sossegado?
Não ouviu o filho voltar? ou foi buscar comida?
Ou está a pisar na floresta? ou será que ele vagueou pela cidade?
"Filho, acho melhor sentares-te-
Sua fé no amor ainda era devota…»
Mamã, canta o meu hino favorito.
Enquanto me afundo na relva
E os pássaros da noite bateram - me com as suas asas
Com um riso horrível enquanto passam
O palco escurece, os seus concursos terminam
Mundos fugazes aos quais me agarrei com um desejo agora extinto
Mamã, canta o meu hino favorito.
Onde fazemos arados com as nossas espadas
E o barbeiro do maçom trémula a nossa árvore de Natal
Na unidade do Senhor
O que a graça rodeia! que estranha perfeição!
Mamã, canta o meu hino favorito.
Lembra-me que todos são ele.