Mes Aïeux — Le vieux pont letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le vieux pont" de Mes Aïeux.

Letra

L’autre hier, cheminant le long du vieux sentier
Je parvins au cours d’eau qui fuit vers la savane
Le soleil déclinait, et l’horizon altier
Alignait les sapins comme une caravane
Évoquant le passé, je fis halte au vieux pont
Au vieux pont biscornu, plein de ronce et de mousse
Couché sur le ruisseau limpide et peu profond
Que brouillèrent les pas de mon enfance douce
Aux caresses du vent dont se plaint le roseau
Parfois un rossignol y turlute son trille
Et le vieux pont sommeille au-dessus du ruisseau
Dans l’ouragan des soirs comme au midi tranquille
Serein, j’ai contemplé cette épave du temps
Qui s’acharne sur nous, avec des airs moroses;
Et moi j’ai ressenti la cruauté des ans
Qui ne respecte pas la misère des choses
J’ai vu des moissonneurs avec leurs gerbes d’or
Qui revenaient joyeux d’esperance secrète…
Les aïeux sont partis, mais leurs enfants encor
Traversent le vieux pont dans leur rude charrette
Et je songe à ceux-là que je n’ai pas connus
Aux grands-parents absents, abimés sous la terre:
Eux qui chantaient: Le temps passé ne revient plus
Me rappelant qu’un jour, hélas ! il faut nous taire !

Tradução da letra

O outro ontem, caminhando ao longo do velho Trilho
Chego ao riacho que corre para a Savana
O sol estava a desaparecer, e o horizonte estava alto
Alinhando os abetos como uma caravana
Evocando o passado, parei na Velha Ponte.
Na velha ponte biscornu, cheia de Burr e musgo
Deitado na corrente clara e rasa
O que confundiu os passos da minha doce infância
Às carícias do vento de que a cana se queixa
Às vezes um rouxinol esguicha o seu trill
E a Velha Ponte está sobre o riacho
No furacão das noites como Ao Meio-dia calmo
Serene, eu contemplei este naufrágio do tempo
Que está a assediar-nos, com ar sombrio;
E senti a crueldade dos anos
Que não respeita a miséria das coisas
Vi ceifeiros com os seus feixes de ouro.
Que voltou com alegria da esperança secreta…
Os anciãos foram-se embora, mas os filhos ainda estão vivos.
Atravessar a Velha Ponte no seu carrinho áspero
E estou a pensar naqueles que não conhecia.
Aos avós ausentes, danificados no subsolo:
Aqueles que cantam: o tempo passou não volta
Lembrando que um dia, infelizmente ! temos de estar calados !