Melocos — Es Por Ti letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Es Por Ti" de Melocos.

Letra

Es por ti que veo ríos
donde sólo hay asfalto
Es por ti que hay océanos
donde sólo había charcos.
Es por ti que soy un duende
cómplice del viento
que se escapa de madrugada
para colarse por tu ventana.
Es por ti que no hay cadenas
si sigo el ritmo de tus caderas.
Es por ti que rozo la locura
cuando navego por tu cintura.
Es por ti que soy un duende
cómplice del viento
que se escapa de madrugada
para colarse por tu ventana.
Y decirte…
Tus labios son de seda,
tus dientes del color de la luna llena,
tu risa la sangre que corre por mis venas,
tus besos la tinta de mis versos,
que siempre te cuentan.
Oh, oh, oh…
Es por ti que veo ríos
donde sólo hay asfalto
Es por ti que hay océanos
donde sólo había charcos.
Es por ti que soy un duende
cómplice del viento
que se escapa de madrugada
para colarse por tu ventana.
Tus labios son de seda,
tus dientes del color de la luna llena,
tu risa la sangre que corre por mis venas,
tus besos la tinta de mis versos
que siempre te cuentan.
Oh, oh, oh…
Que siempre te cuentan.

Tradução da letra

É por ti que vejo rios
onde só há asfalto
É por ti que há oceanos
onde só havia poças.
É por ti que sou um duende
cúmplice do vento
que foge de madrugada
para esgueirar-se pela tua janela.
É por tua causa que não há correntes
se eu seguir o ritmo das tuas ancas.
É por ti que roço a loucura
quando navego pela tua cintura.
É por ti que sou um duende
cúmplice do vento
que foge de madrugada
para esgueirar-se pela tua janela.
E dizer-te…
Os teus lábios são de seda,
seus dentes da cor da lua cheia,
o teu riso o sangue que corre nas minhas veias,
os teus beijos a tinta dos meus versos,
que sempre te contam.
Oh, oh, oh…
É por ti que vejo rios
onde só há asfalto
É por ti que há oceanos
onde só havia poças.
É por ti que sou um duende
cúmplice do vento
que foge de madrugada
para esgueirar-se pela tua janela.
Os teus lábios são de seda,
seus dentes da cor da lua cheia,
o teu riso o sangue que corre nas minhas veias,
os teus beijos a tinta dos meus versos
que sempre te contam.
Oh, oh, oh…
Que sempre te contam.