Melendi — Vampiresa letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vampiresa" de Melendi.

Letra

Sale la luna, q mueve las mareas
los lobos van de caza, y las chicas son guerreras.
De la penumbra, sale una silueta
con la piel color hueso, q el espejo no refleja.
Y aunq se, q su humor de luna
va a dejar marcada mi piel.
Mas peligrosa q una targeta del Corte Ingles.
«Vampiresa, con la boca de fresa
con la miel en los labios
me dejaste marcado como a los difuntos en un calendario
y ahora soy en mi barrio, el q ha visto la luz
vivo en un ataúd condenao por tus labios».
Cae la mañana, con la garganta seca
el agua no me sacia, y la luz del sol me quema.
Voy por la calle, pero noto algo raro
veo pasar a la gente, como pollitos asados.
Y por fin, cuando llego a casa
encontré, q alguien me esperaba
pero colgaba del lecho en vez de esperar sentada.
«Vampiresa, con la boca de fresa
con la miel en los labios
me dejaste marcado como a los difuntos en un calendario
y ahora soy en mi barrio, el q ha visto la luz
vivo en un ataúd condenao por tus labios».
De noche se escapa volando,
buscando sangre pa' saciar su sed.
Y mi amor propio tiritando,
le chupa el cuello al primero q ve.
Yo ya no se q hacer.
«Vampiresa, con la boca de fresa
con la miel en los labios
me dejaste marcado como a los difuntos en un calendario
y ahora soy en mi barrio, el q ha visto la luz
vivo en un ataúd condenao por tus labios».
«Vampiresa, con la boca de fresa
con la miel en los labios
me dejaste marcado como a los difuntos en un calendario
y ahora soy en mi barrio, el q ha visto la luz
vivo en un ataúd condenao por tus labios».

Tradução da letra

Sai a lua, q move as marés
os lobos vão caçar e as raparigas são guerreiras.
Da penumbra, uma silhueta sai
com a pele cor de osso, q o espelho não reflete.
E aunq se, q seu humor de lua
vai deixar a minha pele marcada.
Mais perigosa q uma targeta do Corte Inglês.
"Vampira, com a boca de morango
com mel nos lábios
deixaste me marcado como morto num calendário
e agora estou no meu bairro, o q viu a luz
vivo num caixão condenado pelos teus lábios."
A manhã cai, com a garganta seca
a água não me sacia, e a luz do sol queima-me.
Vou pela rua, mas noto algo estranho
vejo as pessoas passarem, como Pintos assados.
E finalmente, quando chego a casa
eu encontrei, q alguém estava esperando por mim
mas pendurava da cama em vez de esperar sentada.
"Vampira, com a boca de morango
com mel nos lábios
deixaste me marcado como morto num calendário
e agora estou no meu bairro, o q viu a luz
vivo num caixão condenado pelos teus lábios."
À noite ele foge voando,
procurando sangue Pa ' saciar sua sede.
E o meu amor próprio a tremer,
suga o pescoço ao primeiro Q vê.
Eu já não sei o que fazer.
"Vampira, com a boca de morango
com mel nos lábios
deixaste me marcado como morto num calendário
e agora estou no meu bairro, o q viu a luz
vivo num caixão condenado pelos teus lábios."
"Vampira, com a boca de morango
com mel nos lábios
deixaste me marcado como morto num calendário
e agora estou no meu bairro, o q viu a luz
vivo num caixão condenado pelos teus lábios."