Melendi — Pa Que Yo La Cantara letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pa Que Yo La Cantara" de Melendi.

Letra

Vivía en el talego
Con el culo para pocas bromas
Con cara de perro
Y con tablas pa´ liarla gorda
Con su calavera
Tatuada en el hombro derecho
Que es la ultima moda
En la pasarela del infierno
Diciendo inocente se volvió loco
Y ¿quien pagara
los platos rotos?
Puede que nadie
o puede que todos
los que antes decían
que solo era un loco
al que le privaron de la luz del día
Y las rejas fueron el frió calor
Donde todo acababa
Se quito la vida y hizo esta canción
Pa´ que yo la cantara
Pa´ que yo la cantara
Verjao como un perro
Mordiscando el hueso de la vida
Su entretenimiento
Preparar la venganza bien fría
Pero unos segundos
Se hacen siglos en el cambalache
Y hace algunos años
Que bailaba al hierro de la cárcel
Diciendo inocente se volvió loco
Y ¿quien pagara
Los platos rotos?
Puede que nadie
O puede que todos
Los que antes decían
Que solo era un loco
Al que le privaron de la luz del día
Y las rejas fueron el frió calor
Donde todo acababa
Se quito la vida y hizo esta canción
Pa´ que yo la cantara
Pa´ que yo la cantara
Y las rejas fueron el frió calor
Donde todo acababa
Se quito la vida y hizo esta canción
Pa´ que yo la cantara
Y se quedan mas
que mudas las palabras
y se apago la luz
en el penitenciario
y el vis a vis que
había tenia con la luna
le convenció
para llevar al otro barrio
y no volvió a pintar
con tiza en las paredes
para contar días que
eran como gotas de agua
siempre encerrado
entre cuatro putas paredes
en las que ya no le cogían casi el alma
y se quedaron mas que mudas las palabras

Tradução da letra

Vivia no talego
Com a bunda para algumas piadas
Com cara de cão
E com pranchas Pa liarla gorda
Com o crânio
Tatuada no ombro direito
Que é a última moda
Na passarela do inferno
Dizendo inocente ele ficou louco
E quem pagará
os pratos partidos?
Talvez ninguém
ou talvez todos
os que antes diziam
que era apenas um louco
ao que o privaram da luz do dia
E as grades foram o frio calor
Onde tudo acabava
Tirou a vida e fez esta canção
Pa que eu a cantasse
Pa que eu a cantasse
Verjao como um cão
Mordiscando o osso da vida
Seu entretenimento
Prepare a vingança bem fria
Mas alguns segundos
São feitos séculos no gumbalache
E há alguns anos
Que dançava ao ferro da prisão
Dizendo inocente ele ficou louco
E quem pagará
Os pratos partidos?
Talvez ninguém
Ou talvez todos
Os que antes diziam
Que era apenas um louco
Ao que o privaram da luz do dia
E as grades foram o frio calor
Onde tudo acabava
Tirou a vida e fez esta canção
Pa que eu a cantasse
Pa que eu a cantasse
E as grades foram o frio calor
Onde tudo acabava
Tirou a vida e fez esta canção
Pa que eu a cantasse
E ficam mais
que mudes as palavras
e desliguei a luz
na prisão
e o vis para vis que
tinha tinha com a lua
ele convenceu o
para levar para o outro bairro
e não voltou a pintar
com giz nas paredes
para contar dias que
eram como gotas de água
sempre trancado
entre quatro putas paredes
nas que já não lhe apanhavam quase a alma
e ficaram mais do que mudas as palavras