Melendi — Cuestion de prioridades por el cuerno de Africa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuestion de prioridades por el cuerno de Africa" de Melendi.
Letra
Que las palabras sean más lentas que las balas
Que las baladas ya no sean para dos
Que tus latidos que antes eran de cualquiera
Ahora solamente suenan por amor
Que el prisionero ya no pose con cadenas
Que las melenas no son sólo Rock and Roll
Que una moneda nunca compre un sentimiento
Pues si de algo me arrepiento
Es de haber comprao tu amor
Y que la falda sea tan corta como quieras
Que el problema es del que mira
Y no encuentra explicación
A mi me preocupan más los niños que mueren de hambre
Pero si me apuras me dan más pena sus madres
Perdones sus gobernantes esta mía ignorancia
No entiendo que en pleno año dos mil
A mil kilómetros de aquí
Se estan muriendo de hambre
Que la metralla se convierta en chocolate
Para comerla o fumarla qué mas dá
Y que mi hijo sea del sexo que sea
Tenga una salud de hierro y se parezca a su papá
Y que en la vida no se pierdan las pateras
Que los desastres naturales se repartan
Que el perro flaco parece todo son pulgas
Nunca he visto un maremoto arrasar quintavenue
Y que las ropas esten sucias o esten rotas
Casi nunca estan reñidas con tener buen corazón
A mi me preocupan más los niños que mueren de hambre
Pero si me apuras me dan más pena sus madres
Perdones sus gobernantes esta mía ignorancia
No entiendo que en pleno año dos mil
A mil kilómetros de aquí
Se estan muriendo de hambre
Se estan muriendo de hambre
Y no les damos de comer
Nos lo gastamos todo en tanques pa podernos defender
De qué, de quien
De vuestros putos ombligos mercenarios, arrogantes
Que se den por aludidos son los putos asesinos que
Los estais matando de hambre
Tradução da letra
Que as palavras sejam mais lentas que as balas
Que as baladas já não sejam para dois
Que as tuas batidas que antes eram de qualquer um
Agora só soam por amor
Que o prisioneiro já não pose com correntes
Que as juba não são apenas Rock and Roll
Que uma moeda nunca compre um sentimento
Pois se de alguma coisa me arrependo
É de ter comprado o teu amor
E que a saia seja tão curta quanto você quiser
Que o problema é que ele olha
E não encontra explicação
Estou mais preocupado com as crianças que morrem de fome
Mas se me despachar tenho mais pena das mães
Perdoai os vossos governantes esta minha ignorância
Não entendo que em pleno ano dois mil
A mil quilómetros daqui
Estão a morrer de fome
Que os estilhaços se transformem em chocolate
Para comer ou fumar o que mais dá
E que o meu filho seja do sexo que seja
Tenha uma saúde de ferro e pareça com seu pai
E que na vida não se percam as pateras
Que os desastres naturais sejam repartidos
Que o cão magro parece tudo são pulgas
Nunca vi um maremoto arrasar quintavenue
E que as roupas estejam sujas ou quebradas
Quase nunca se discutem em ter um bom coração
Estou mais preocupado com as crianças que morrem de fome
Mas se me despachar tenho mais pena das mães
Perdoai os vossos governantes esta minha ignorância
Não entendo que em pleno ano dois mil
A mil quilómetros daqui
Estão a morrer de fome
Estão a morrer de fome
E não lhes damos de comer
Nós gastamos tudo em tanques pa ser capaz de nos defender
De quê, de quem
Dos vossos malditos umbigos mercenários, arrogantes
Que se dêem por aludidos são os malditos assassinos que
Estão a passar fome