McEnroe — Rugen las Flores letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Rugen las Flores" de McEnroe.

Letra

El día en que yo te encuentre como a una flor entre las calles
Y sienta que tu sonrisa me convierte en algo más grande,
El día en que yo me acerque y tú quieras acercarte,
El día en que nos toquemos como toca el viento al sauce.
El día en que escuchemos por vez primera nuestras voces,
Se encenderán todas las luces, sonarán todas las canciones,
El día en que sepamos que seremos inseparables
Tú lo adivinarás riendo, yo lo sabré al instante
Y nos sumergiremos los dos sin coger aire,
Haremos las corrientes, haremos de la vida un baile.
Seremos la cruz de Roma, seremos la lluvia en Londres
Dibujaremos los mapas y nos inventaremos los nombres.
Y al despertar tal vez la niebla
Vuelva a dejar la puerta abierta.
El día en que yo te encuentre, que se me borre la memoria
Para dejar todo su espacio, que lo ocupe nuestra historia.
El día en que nos posemos como en las ramas los gorriones
El día en que por fin descansen nuestros corazones.
No nos preguntaremos, no habrá contestaciones
Callarán todos los miedos al ver cómo rugen las flores.
Caerá la nieve en Manhattan, Lisboa por nuestras venas.
El día en que yo me acerque y tú quieras estar cerca
Y al despertar tal vez la niebla
Vuelva a encontrar la puerta abierta.
(Gracias a Marta Villa por esta letra)

Tradução da letra

O dia em que eu te encontrar como uma flor entre as ruas
E sinto que o teu sorriso me torna maior,
No dia em que eu me aproximar e tu quiseres aproximar te,
No dia em que nos tocarmos como o vento toca o salgueiro.
O dia em que ouvirmos as nossas vozes pela primeira vez,
Todas as luzes acenderão, todas as músicas soarão,
No dia em que soubermos que seremos inseparáveis
Você vai adivinhar rindo, eu vou saber imediatamente
E vamos mergulhar os dois sem apanhar ar,
Faremos as correntes, faremos da vida uma dança.
Seremos a cruz de Roma, seremos a chuva em Londres
Desenharemos os mapas e inventaremos os nomes.
E ao acordar talvez o nevoeiro
Deixe a porta aberta novamente.
No dia em que eu te encontrar, que me apague a memória
Para deixar todo o seu espaço, que ocupe a nossa história.
No dia em que pousamos como nos ramos os pardais
O dia em que finalmente descansem os nossos corações.
Não nos perguntaremos, não haverá respostas
Eles vão calar todos os medos ao ver as flores rugirem.
A neve vai cair em Manhattan, Lisboa nas nossas veias.
No dia em que eu me aproximar e tu quiseres estar por perto
E ao acordar talvez o nevoeiro
Volte a encontrar a porta aberta.
(Graças a Marta Villa por esta letra)