Maxime Le Forestier — Restons amants letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Restons amants" de Maxime Le Forestier.
Letra
Qu'un jour les choses, le temps pas rose
Les événements nous imposent
La fin des sentiments
Qu'un jour se suivent les invectives
Les égarements, la dérive
Chacun séparément
Quoi qu'il arrive restons amants
Restons amants des hôtels sombres
Des rendez-vous dissimulés
Où vont s'entrelacer les ombres
Aux dangers mélangées
Restons amants des plages vides
Où novembre aimait nous jeter
Laissons frémir aux vents avides
Les lèvres dérobées
Même si les gares, si les regards
Indifféremment nous séparent
De plus en plus souvent
Même si se tiennent ta main la mienne
Pour la fin des temps que nos vies deviennent
Celles de tous les gens
Quoi qu'il advienne restons amants
Restons amants des impatiences
Des minutes qui sont comptées
Des trésors de ruse et de science
Pour se retrouver
Restons amants des corps à corps
Des peaux qui savent où se trouver
Là sont les cœurs qui battent encore
L'un à l'autre mêlés
La petite mort
L'éternité
Tradução da letra
Que um dia as coisas, o tempo não cor-de-rosa eventos nos impõem o final de sentimentos que um dia, siga o invectives o misguidances, a deriva de cada um separadamente, o que acontece continuamos amantes continuamos amantes do escuro hotéis oculto compromissos onde se entrelaçam as sombras misto perigos que permanecem os amantes de praias vazias onde de novembro gostava de jogar nos deixar gananciosos marais tremer os lábios roubado, mesmo se as estações, se o olha com indiferença separar-nos mais em mais, muitas vezes, mesmo que se mantenha a sua mão o meu para o fim dos Tempos que as nossas vidas se tornam aqueles de todas as pessoas, não importa o que aconteça vamos permanecer amantes vamos permanecer amantes da impaciência dos minutos que são contadas tesouros da astúcia e da ciência para encontrar uns aos outros vamos permanecer amantes da corpo a corpo com peles de quem sabe que há o coração que ainda bate uma outra misturado A Pequena Morte eternidade