Maxime Le Forestier — La petite vieille de Saint Petersbourg letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La petite vieille de Saint Petersbourg" de Maxime Le Forestier.

Letra

Autour d' Noël
Quand il gèle à Leningrad
Un' petit' vieille me racontait:
«Y a plus d’hiver
Ça rend malade
Les gens voient plus l'été
Ils vivent à côté
Au temps passé
Presqu’au temps d' Saint-Pétersbourg
Sur la Néva gelée
Roulaient des convois lents
Maint’nant si lourds
Que la glace et les quais
Tremblent d’y penser
C’est l' dieu du temps
C’est l' dieu du temps qui vieillit
C’est l' dieu du temps qui s’ennuie
Il sait plus comment va la terre
Vodka whisky
Tu mets tout à l’envers
Ma jeunesse, ma jeunesse
Au palais d’hiver
Et la mémoire du temps qui part
Et l'âme amère du temps qui s' perd
Alors il boit
Pour oublier qu’il vieillit
Pour oublier qu’il s’ennuie
Alors il fait n’importe quoi !
Sur les déserts
Fait planer de gros nuages
Qui porteront jamais la pluie
Mais des éclairs, mais des orages
Inconnus jusque-là, pas connus
Moi je sais pourquoi
C’est l' dieu du temps
C’est l' dieu du temps qui vieillit
C’est l' dieu du temps qui s’ennuie
Il sait plus comment va la terre
Vodka whisky
Tu mets tout à l’envers
Ma vieillesse, ma vieillesse
Connaît plus l’hiver
Ni la mémoire du temps qui part
Ni l'âme amère du temps qui s' perd
Alors je bois
Pour oublier qu' je vieillis
Pour oublier qu' je m’ennuie
Alors je dis n’importe quoi !»
Autour d' Noël
Quand il gèle à Leningrad
Un' petit' vieille me racontait
«Y a plus d’hiver…»

Tradução da letra

Por Volta Do Natal
Quando congela em Leningrado
Uma velhota disse-me:
"Há mais Inverno
Deixa-te doente.
As pessoas vêem mais Verão
Eles vivem aqui ao lado.
Ao passado
Quase até o tempo de São Petersburgo
No Neva congelado
Rolavam comboios lentos
Mantendo-se tão pesado
Que gelo e docas
Treme só de pensar nisso.
É o Deus do tempo
É o Deus do tempo que envelhece
É o Deus do tempo que se aborrece
Ele sabe mais como a terra está indo
Vodka whisky
Pões tudo de pernas para o ar.
Minha juventude, minha juventude
No Palácio de Inverno
E a memória do tempo que nos resta
E a alma amarga do tempo que está perdida
Então ele bebe
Esquecer que está a ficar velho
Para esquecer que está aborrecido
Então ele faz qualquer coisa !
Sobre desertos
Faz grandes nuvens voarem
Que nunca usará a chuva
Mas relâmpagos, mas trovoadas
Desconhecido até então, desconhecido
Eu sei porquê.
É o Deus do tempo
É o Deus do tempo que envelhece
É o Deus do tempo que se aborrece
Ele sabe mais como a terra está indo
Vodka whisky
Pões tudo de pernas para o ar.
A minha velhice, a minha velhice
Sabe mais Inverno
Nem a memória do tempo que sai
Nem a alma amarga do tempo que se perde
Então eu bebo
Esquecer que estou a ficar velho
Esquecer que estou entediado
Então eu digo qualquer coisa !»
Por Volta Do Natal
Quando congela em Leningrado
Uma velhota disse-me
"Há mais Inverno…»