Max Manfredi — Azulejos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Azulejos" de Max Manfredi.

Letra

Per chi vive sotto un cielo d’ardesia
Che per esser cobalto si fa un po' pregare
Per vedere le ceramiche azzurre
Le azzurre azulejos ci tocca viaggiare
O toccare con piedi dormienti
Città di flamenco, di luce, di rosa
Troppo pigre per essere oriente
Perchè intanto l’oriente ce l’han già sotto casa
Le azulejos son ceramiche azzurre
Son fresche di notte ma il giorno son fuoco
E misuran lo spazio che corre
Tra la tomba e la culla tra la storia ed il gioco
E piastrellano dentro i palazzi
La volta sospesa fra cielo e mare
La distanza tra il sole e la luna
Fra il fondo marino e il golfo stellare
Quando il vento trascorre le Azzorre
Col suo carico atlantico di corde di sale
Col suo taglio di sole al tramonto
Che trafora l’incendio della cattedrale
Le azulejos son ceramiche azzurre
Son fresche di giorno ma la notte infuocate
Così simili al cielo ed al mare
Che non pensi qualcuno possa averle inventate
Così simili al canto e al silenzio
Che piastrellano il delta dei fiumi
La controra che dà per scontato
Che l’ombra sia nuda fra spazi e profumi
La controra che dà per scontato
Che l’ombra sia viva e che possa fuggire
Così simili al cielo ed al mare
Che chi le ha inventate ha dovuto svanire
Le azulejos le ceramiche azzurre
Come azzurra la Vergine del Monte Carmelo
E misuran lo spazio che corre
Fra il piede e la riva, tra la mano e il cielo
Quando il vento trapassa le Azzorre
E le fa gridare attraverso la rete
In un volo di stormi incrociati
Falciati da un iride di fame e di sete
La controra che dà per scontato
Che spunti un ramarro tra le pietre sudate
E che l’ombra sia un pezzo di notte
Rimasto impigliato fra le volte e le arcate
E che l’ombra sia un pezzo di notte
Rimasto incantato tra le ore d’estate
(Grazie a Boriz per questo testo)

Tradução da letra

Para aqueles que vivem sob um céu ardente
Que para ser cobalto você faz um pouco de oração
Para ver a cerâmica azul
Os azulejos azuis que temos de viajar
Ou tocar com os pés adormecidos
Cidade de flamenco, leve, rosa
Demasiado preguiçoso para estar no leste
Porque entretanto o leste já está Debaixo da casa.
Os azulejos são de cerâmica azul
São frescos durante a noite, mas durante o dia são fogo
E medir o espaço que corre
Entre a sepultura e o berço entre a história e o jogo
E azulejo dentro dos edifícios
O cofre suspenso entre o céu e o mar
A distância entre o sol e a lua
Entre o fundo do mar e o Golfo estelar
Quando o vento passa pelos Açores
Com a sua carga Atlântica de cordas de sal
Com o seu corte de cabelo ao pôr do sol
Que perfura o fogo da Catedral
Os azulejos são de cerâmica azul
São frescos de dia, mas fogosos de noite
Semelhante ao céu e ao mar
Que você não acha que alguém pode tê-los inventado
Tão semelhante ao canto e ao silêncio
O delta dos rios
O contador que toma por garantido
Deixe a sombra estar nua entre espaços e perfumes
O contador que toma por garantido
Que a sombra esteja viva e possa escapar
Semelhante ao céu e ao mar
Que quem os inventou tinha de desaparecer.
Os azulejos A cerâmica azul
Que Azul A Virgem Do Monte Carmelo
E medir o espaço que corre
Entre o pé e a costa, entre a mão e o céu
Quando o vento passa pelos Açores
E fá-los gritar através da rede
Num voo de bandos cruzados
Derrubado por uma íris de fome e sede
O contador que toma por garantido
Que um ramarro se ergue entre as pedras suadas
E que a sombra seja um pedaço à noite
Ficou enredado entre os cofres e os arcos.
E que a sombra seja um pedaço à noite
Encantado entre as horas de Verão
(Agradecimentos a Boriz por este texto)