Martyr — Lost In Sanity letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lost In Sanity" de Martyr.
Letra
We are lost in sanity;
We have lost insanity
A restless wind turns
As troubled waters churn
Blind vision unfurls anon
With the mantle of prophecy
Battling sailless windmills
Peons his peers
As he to they may appear
The paragon of trickery
Upon the altar of ignominy
Battling sailless windmills
And the lisp of cherished lips
Lifts the lilt of idiocracy
His raiment of white
Tainted black with hypocrisy
Hating the hated, hateful of hatred
Reflecting an eye to see
Through the veil of mediocrity
A silver tongue wagging
To pretensions visionary
Splits the tangent with sermons of perfidy
And so now forked, swallowed and choked
Retched back for a new soliloquy
«Sanity may be madness
But maddest of all is To see life as it is
And not as it should be»
His face a polished mask
Cracks a line in the glass
Reflecting back
So the eye can now see
Through the veil of Mediocrity
Battling sailless windmills
For he is no more than they
To him becoming fair prey
Even if he so aspires
Entombed in lofty spires
Battling sailless windmills
A soul riddled with scars
With the mien of mortuaries
To the bitter pride
Of tuberculosis
Hating the hated
Hateful of hatred
Reflecting an eye to see
Through the veil of mediocrity
Perched above so high
Air alone to impress
Self-serving
And vainglorious
Waiting for praise.
Tradução da letra
Estamos perdidos na sanidade;
Perdemos a insanidade
Um vento inquieto vira
As troubled waters churn
A visão cega desenrola-se
Com o manto da profecia
Moinhos de vento sem velas
Pede aos seus pares
Como ele para eles podem aparecer
O modelo dos truques
Sobre o altar da ignomínia
Moinhos de vento sem velas
E os lábios acarinhados
Levanta o Lil da idiocracia
O seu vestido de branco
Preto manchado de hipocrisia
Odiando os odiados, odiosos de ódio
Refletindo um olho para ver
Através do véu da mediocridade
Uma língua prateada a abanar
Às pretensões visionárias
Divide a tangente com sermões de perfídia
E agora, engasgou-se, engoliu-se e engasgou-se.
Voltei para um novo solilóquio.
"A sanidade pode ser loucura
Mas o mais louco de tudo é ver a vida como ela é
E não como deveria ser»
Seu rosto uma máscara polida
Parte uma linha no vidro
Reflector para trás
Assim o olho pode agora ver
Através do véu da mediocridade
Moinhos de vento sem velas
Pois ele não é mais do que eles
Para ele se tornar uma presa justa
Mesmo que ele Aspire
Sepultado em torres altas
Moinhos de vento sem velas
Uma alma cheia de cicatrizes
Com o mien das mortuarias
Ao orgulho amargo
De tuberculose
Odiando os odiados
Odioso de ódio
Refletindo um olho para ver
Através do véu da mediocridade
Empoleirado por cima tão alto
Só o ar para impressionar
Auto-serviço
E vainglorious
À espera de elogios.