Martín Buscaglia — Trivial Polonio letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Trivial Polonio" de Martín Buscaglia.
Letra
Íbamos entre espejismos
Respetando las señales
Componiendo madrigales
En semana de turismo
Aprendiendo el catequismo
Que enseñan sólo los viajes
Esquivamos los peajes
Y así se leyó el destino:
Llegarás a Los Corvinos
Recargarás tu voltaje
En el porche de un otoño
De calor incoherente
Los tornillos de mi mente
Los consigo en el Polonio
Tan veloz como un quelonio
Pasa Paul por el sendero
Como siempre tan austero
Con su musa ensimismado
Yo los miro colocado
Colgando bajo el alero
Cae el sol y se levanta
Y vuelve siempre que sale
Nadie dude cuanto vale
Si a todos nos amamanta
Seas bicho, seas planta
Para él no hay nada nuevo
Yo sólo le canto y pruebo
Este té que preparamos
Lo que en el campo encontramos
Lo creó el sol con esmero
Y fui hasta el mar buscando rima
Cuando esto era un boceto
Justo entonces llegó Beto
Y presentó la turbina
Hoy el agua está divina
Piensa el Gallo en su veleta
Y yo pienso en tu silueta
Y por todo lo que hemos pasado
Ahora tus hombros quemados
Descansan en la loneta
Tradução da letra
Estávamos entre miragens
Respeitando os sinais
Compondo madrigais
Semana de turismo
Aprendendo o catequismo
Eles ensinam apenas viagens
Esquivamos as portagens
E assim o destino foi lido:
Chegarás aos Corvinos
Você recarregará sua tensão
Na varanda de um outono
De calor incoerente
Os parafusos da minha mente
Eu os pego no Polônio
Tão rápido como um quelónio
Passa Paul pelo caminho
Como sempre tão austero
Com sua musa ensimismado
Eu olho para eles
Pendurado sob o beiral
O sol cai e se levanta
E volta sempre que sai
Ninguém duvida quanto vale
Se nos amamenta a todos
Seja insecto, seja planta
Para ele, não há nada de novo
Eu só canto e tento
Este chá que preparamos
O que encontramos no campo
Foi criado pelo sol com cuidado
E fui até ao mar à procura de rima
Quando este era um esboço
Foi aí que o Beto chegou
E apresentou a turbina
Hoje a água está divina
Pense o galo em seu cata vento
E eu penso na tua silhueta
E por tudo o que passámos
Agora seus ombros queimados
Descansam na loneta