MARTIN SIMPSON — Palaces of Gold letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Palaces of Gold" de MARTIN SIMPSON.

Letra

If the sons of company directors,
And judges' private daughters,
Had to got to school in a slum school,
Dumped by some joker in a damp back alley,
Had to herd into classrooms cramped with worry,
With a view onto slagheaps and stagnant pools,
Had to file through corridors grey with age,
And play in a crackpot concrete cage.
Chorus (after each verse):
Buttons would be pressed,
Rules would be broken.
Strings would be pulled
And magic words spoken.
Invisible fingers would mould
Palaces of gold.
If prime ministers and advertising executives,
Royal personages and bank managers' wives
Had to live out their lives in dank rooms,
Blinded by smoke and the foul air of sewers.
Rot on the walls and rats in the cellars,
In rows of dumb houses like mouldering tombs.
Had to bring up their children and watch them grow
In a wasteland of dead streets where nothing will grow.
I’m not suggesting any kind of a plot,
Everyone knows there’s not,
But you unborn millions might like to be warned
That if you don’t want to be buried alive by slagheaps,
Pit-falls and damp walls and rat-traps and dead streets,
Arrange to be democratically born
The son of a company director
Or a judge’s fine and private daughter.

Tradução da letra

Se os filhos dos administradores da empresa,
E filhas privadas dos juízes,
Tive de ir para a escola numa escola de favelas.,
Largada por um palhaço num beco húmido.,
Tive de ir para as salas de aula cheias de preocupação.,
Com vista para os dominicanos e piscinas estagnadas,
Teve de passar pelos corredores cinzentos com a idade,
E brincar numa jaula de cimento maluca.
Coro (depois de cada verso):
Botões seriam pressionados,
As regras seriam quebradas.
Os cordelinhos seriam puxados
E palavras mágicas ditas.
Dedos invisíveis moldariam
Palácios de ouro.
Se Primeiros-Ministros e executivos de publicidade,
Personalidades reais e esposas dos gestores de bancos
Tiveram de viver as suas vidas em quartos húmidos.,
Cego pelo fumo e pelo ar imundo dos esgotos.
Apodrece nas paredes e ratos nas caves,
Em filas de casas Burras como túmulos moldados.
Tiveram que criar seus filhos e vê-los crescer
Num deserto de ruas mortas onde nada crescerá.
Não estou a sugerir nenhum tipo de enredo.,
Todos sabem que não há,
Mas vocês, milhões por nascer, gostariam de ser avisados.
Que se não queres ser enterrado vivo por escravos,
Quedas de poços e paredes húmidas e ratoeiras e ruas mortas,
Organizar o nascimento democrático
O filho de um diretor de empresa
Ou a filha de um juiz.