Marta Gomez — La Finca letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Finca" de Marta Gomez.
Letra
Cuentos de algodón
Con sabor a perejil y cebolla picada
Cantos de agua dulce al compás del ron
Corazón abierto en busca de nuevos recuerdos
Para contarnos
Todas las historias
De todos los sueños a la vez
Al ritmo del aguardiente
Te diré lo que me pasa
Sin dejar que la nostalgia
Me apacigue el corazón
Con un viento de acordeones
Y un tambor desafinado
Lloraré yo las canciones
Que galopan en mi voz
Como la guitarra
Yo canto con toda el alma
En el alma guardo
Las penas y la soledad
Soledad del tiempo
Que pasa sin tu mirada
Tu mirada que
Llena de colores mi verdad
Al ritmo de las palabras
Aprendí a contar estrellas
Caminar dejando huella
Para saber regresar
Y volví siguiendo rastros
Hasta dibujar tu nombre
Pero hoy suena a despedida
Porque sé que ya no estás
Cuentos de algodón
Con sabor a perejil y cebolla picada
Llenan mi memoria
Y me hacen sonreir
Entre tantas flores hechas de luna y pasto
Aprendí a crecer
Entre muchos cuentos
Y muchas verdades a la vez
Como la guitarra
Yo canto con toda el alma
En el alma guardo
Las penas y la soledad
Soledad del tiempo
Que pasa sin tu mirada
Tu mirada que
Llena de colores mi verdad
Como la guitarra (Al ritmo del aguardiente)
Yo canto con toda el alma. (te diré lo que me pasa.)
En el alma guardo (Sin dejar que la nostalgia)
Las penas y la soledad. (me apacigue el corazón.)
Soledad del tiempo (Con un viento de acordeones)
Que pasa sin tu mirada. (y un tambor desafinado.)
Tu mirada que (Lloraré yo las canciones)
Llena de colores mi verdad. (que galopan en mi voz.)
Como la guitarra
Yo canto con toda el alma
En el alma guardo
Las penas y la soledad
Soledad del tiempo
Que pasa sin tu mirada
Tu mirada que
Llena de colores mi verdad
Tradução da letra
Contos de algodão
Com sabor a salsa e cebola picada
Cantos de água doce ao compasso do rum
Coração aberto à procura de novas memórias
Para nos contar
Todas as histórias
De todos os sonhos ao mesmo tempo
Ao ritmo da aguardente
Eu digo Te o que se passa comigo
Sem deixar a nostalgia
Apaziguei o meu coração
Com um vento de acordeões
E um tambor desafinado
Eu chorarei as canções
Que galopem na minha voz
Como a guitarra
Eu canto com toda a alma
Na alma guardo
Tristezas e solidão
Solidão do tempo
O que acontece sem o teu olhar
Seu olhar que
Cheia de cores minha verdade
Ao ritmo das palavras
Aprendi a contar estrelas
Andar deixando marca
Para saber voltar
E voltei a seguir rastos
Até desenhar o teu nome
Mas hoje parece despedida
Porque sei que já não estás
Contos de algodão
Com sabor a salsa e cebola picada
Enchem a minha memória
E fazem me sorrir
Entre tantas flores feitas de lua e grama
Aprendi a crescer
Entre muitos contos
E muitas verdades ao mesmo tempo
Como a guitarra
Eu canto com toda a alma
Na alma guardo
Tristezas e solidão
Solidão do tempo
O que acontece sem o teu olhar
Seu olhar que
Cheia de cores minha verdade
Como a guitarra (ao ritmo da aguardente)
Eu canto com toda a alma. (eu vou te dizer o que acontece comigo.)
Na alma eu guardo (sem deixar a nostalgia)
Tristezas e solidão. (eu apaziguei meu coração.)
Solidão do tempo (Com um vento de acordeões)
O que acontece sem o teu olhar. (e um tambor desafinado.)
Seu olhar que (eu vou chorar as músicas)
Cheia de cores minha verdade. (que galopam na minha voz.)
Como a guitarra
Eu canto com toda a alma
Na alma guardo
Tristezas e solidão
Solidão do tempo
O que acontece sem o teu olhar
Seu olhar que
Cheia de cores minha verdade