Mario Castelnuovo — La Casa Al Colosseo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Casa Al Colosseo" de Mario Castelnuovo.

Letra

Voglio scriverti stanotte e ricordare
una strada ed un portone tutto legno chiaro,
e una casa proprio in cima a cento scale,
e un amore alla finestra che saluta piano…
Voglio scriverti stanotte e non lo so,
se il momento migliore,
di frugare fra i ricordi, non lo so,
ma c' poco da fare,
C' un odore alla finestra che ricorda te…
nella casa al Colosseo ci stava il sole
che s’imprigionava come l’acqua dentro al pozzo,
e un piccione nato apposta per dormire
sul mio terrazzino, come fosse l da un pezzo…
E di notte alla finestra, guarda un po' quante stelle nel cielo,
fra le mura antiche e sole di citt,
o tutte sopra a quel pino,
che se avesse la parola che direbbe mai…
E ora lo so… che il tempo passa e c’ha fretta…
Madonna mia benedetta, com' che vero…
eccome lo so… Amore senza fortuna…
se ne beccassimo una… sai che verrebbe gi!
Voglio scriverti pi forte per salire
a una strada e a una casa in cima a cento scale…
E ora proprio che non abito pi l il ricordo perfetto…
Quell’attore e quella vecchia coi foulards,
e il tuo gatto sul tetto,
che ci vollero i pompieri per tirarlo gi…
E ora lo so… che il tempo passa e c’ha fretta…
Madonna mia benedetta, com' che vero…
E s che lo so … amore senza fortuna…
e non somiglia a nessuna questa mia nostalgia…
Voglio scriverti stanotte e ricordare
una strada ed un portone tutto legno chiaro…
Voglio scriverti che ancora non lo so che far mai da grande…
Chi sa tutto sul futuro non sar non sar mai felice…

Tradução da letra

Quero escrever-te esta noite e lembrar-me
uma estrada e uma porta de madeira leve,
e uma casa mesmo no topo de uma centena de escadas,
e um amor à janela a acenar suavemente…
Quero escrever-te esta noite e não sei.,
se a melhor altura,
para remexer nas memórias, não sei. ,
mas há pouco a fazer,
Há um cheiro na janela que te lembra…
na casa no Coliseu havia o sol
que foi aprisionado como água no poço,
e um pombo nascido para dormir
no meu terraço, como se fosse eu por uns tempos.…
E à noite na janela, olha para quantas estrelas no céu,
entre as antigas muralhas e o sol da cidade,
ou por todo o Pinheiro,
que se tivesse a palavra que nunca diria…
E agora sei... esse tempo passa e está com pressa…
Minha Virgem Santíssima, que verdade…
como é que eu sei?.. amor sem sorte…
se conseguirmos um ... sabes que já viria!
Quero escrever-te mais difícil de escalar.
para uma rua e uma casa no topo de uma centena de escadas…
E agora não Vivo Mais a memória perfeita…
Aquele actor e a velhota com os lenços,
e o teu gato no telhado,
que foram precisos bombeiros para o puxar.…
E agora sei... esse tempo passa e está com pressa…
Minha Virgem Santíssima, que verdade…
E isso eu sei ... amor sem sorte…
e não é nada como esta minha nostalgia…
Quero escrever-te esta noite e lembrar-me
uma estrada e uma porta de madeira leve…
Quero escrever-te que ainda não sei o que crescer…
Quem sabe tudo sobre o futuro nunca será feliz…