Mario Castelnuovo — Il miracolo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Il miracolo" de Mario Castelnuovo.

Letra

C’era un paese in creta,
con un tramonto raro,
con una chiesa e tanti uccelli bianchi intorno
e un sagrestano nero…
che in un giorno di sete grossa
scolo un secchio di vino,
e serv messa come fosse un deltaplano,
un deltaplano nero
E non aspettavano altro,
e durante l’Eucarestia la gente l’ha menato
e gli ha sputato in una mano, e in bocca un foglio di via
Ed partito, Nero, la notte di natale,
piazzato in fondo al treno
che non sa dove andare e, comunque, lui non ci vuole andare
E la mattina di festa, guarda che successo stanotte…
tutti davanti allo specchio… e Cristo…
sono diventati neri davvero tutti,
uomini e signore,
e chissa che sortilegio li avra fatti abbronzare…
E i paesani, neri, tutti in fila in lavanderia,
ma dopo la ventesima centrifuga quel nero l non va via…
Oddio che giorno abbietto quel giorno di Natale,
e la neve che dispetto che fo, che a bianca da abbagliare…
Oddio che arriva il treno con tutti i giornalisti,
e a bello da lontano, che c' il presepio vero,
un bel presepio nero…
Furono giorni scuri, furono uccelli amari,
con gli occhi e i denti chiari…
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Tradução da letra

Havia uma aldeia em Creta,
com um pôr-do-sol raro,
com uma igreja e muitos pássaros brancos ao redor
e um sacristão negro…
que num dia de grande sede
drenar um balde de vinho,
e servir como Asa Delta,
uma asa delta preta
E não esperavam mais nada,
e durante a Eucaristia o povo o trouxe
e cuspiu na mão e na boca uma folha do caminho.
Ed festa, Preto, noite de Natal,
colocado no fundo do comboio
que ele não sabe para onde ir e, de qualquer forma, ele não quer ir lá
E na Manhã festiva, olha o que aconteceu esta noite.…
todos em frente ao espelho ... e Cristo…
ficaram todos Negros.,
homens e mulheres,
e quem sabe que feitiço os fez bronzear…
E os aldeões, pretos, todos alinhados na Lavandaria,
mas depois da vigésima centrifugadora que o Preto L não vai embora…
Meu Deus, que dia tenho naquele dia de Natal.,
e a neve que desprezo aquela fo, que a branca deslumbre…
Meu Deus, o comboio chega com todos os repórteres.,
e ao bello de longe, que ali está o berço verdadeiro,
um lindo berço preto…
Eram dias Sombrios, eram pássaros amargos.,
com olhos e dentes claros…
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