María Villalón — La lluvia letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La lluvia" de María Villalón.
Letra
LLueve
Y las aceras están mojadas
Todas las huellas están borradas
La lluvia guarda nuestro secreto
LLueve
Y en mi ventana te echo de menos
Los días pasan y son ajenos
El frío me abraza y me parte en dos
La lluvia cae sobre los tejados
Dónde fuimos más que amigos
Recuerdo que dormimos al abrigo
Del amanecer
Los bares han cerrado ya no hay copas
La lluvia hoy mojará mi ropa
Si no estás aquí
Si tú no estás me duelen mas los años
Las heridas me hacen daño
Si no vuelvo a oír tu voz
LLueve
Y las palabras se quedan mudas
Todas las noches las mismas dudas
¿Qué fue de todos aquellos besos?
LLueve
Y se enmudece la primavera
Cuento las veces que el sol espera
Para secar de lluvia la acera
Para secar de lluvia el tejado
Dónde fuimos más que amigos
Recuerdo que dormimos al abrigo
Del amanecer
Los bares han cerrado ya no hay copas
La lluvia hoy mojará mi ropa
Si no estás aquí
Si tú no estás me duelen mas los años
Las heridas me hacen daño
Si no vuelvo a oír tu voz
En los tejados dónde fuimos más que amigos
Recuerdo que dormimos al abrigo
Del amanecer
Los bares han cerrado ya no hay copas
La lluvia hoy mojará mi ropa
Si no estás aquí
Si tú no estás me duelen mas los años
Las heridas me hacen daño
Si no vuelvo a oír tu voz
Si no vuelvo a oír tu voz
Tradução da letra
Chove e as calçadas estão molhadas Todas as pegadas estão apagadas a chuva guarda nosso segredo chove e na minha janela sinto falta dos dias passam e são alheios o frio me abraça e me parte em dois a chuva cai nos telhados onde fomos mais que amigos lembro que dormimos ao abrigo do amanhecer os bares fecharam já não há copas a chuva hoje molhará minha roupa se você não está aqui me doem mas os anos as feridas Me fazem mal se não volto a ouvir sua voz chove e as palavras ficam mudadas Todas as Noites as mesmas dúvidas foi de todos aqueles beijos?
Chove e se muda a primavera Conto as vezes que o sol espera para secar de chuva a calçada para secar de chuva o telhado onde fomos mais que amigos Lembro me que dormimos ao abrigo do amanhecer os bares fecharam já não há copas a chuva hoje molhará a minha roupa se não estás aqui se tu não estás me doem mais os anos as feridas Me magoam se não volto a ouvir a tua voz nos telhados onde fomos mais que amigos Lembro me que dormimos ao abrigo do amanhecer os bares fecharam já não há copas a chuva hoje molhará a minha roupa se não estás aqui se tu não estás me doem mais os anos as feridas Me magoam se não volto a ouvir a tua voz se não volto a ouvir a tua voz