Maria Dolores Pradera — Habaneras de Cadiz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Habaneras de Cadiz" de Maria Dolores Pradera.

Letra

Desde que estuve, niña, en La Habana
No se me puede olvidar
Tanto Cádiz ante mi ventana, tacita lejana
Aquella mañana pude contemplar…
Las olas de la Caleta, que es plata quieta
Rompían contra las rocas de aquel paseo
Que al bamboleo de aquellas bocas
Allí le llaman El Malecón…
Había coches de caballos, era por mayo
Sonaban por la Alameda, por Puerta Tierra
Y me traían, ay, tierra mía
Desde mi Cádiz el mismo son…
El son de los Puertos, dulzor de guayaba
Calabazas, huertos…
Aún pregunto quién me lo cantaba…
Que tengo un amor en La Habana
Y el otro en Andalucía
No te he visto yo a ti, tierra mía
Más cerca que la mañana
Que apareció en mi ventana
De La Habana colonial
Tó Cádiz, la Catedral (Catedral), La Viña y El Mentidero…
Y verán que no exagero
Si al cantar la habanera repito:
La Habana es Cádiz con más negritos
Cádiz, La Habana con más salero
Verán que tengo mi alma en La Habana
No se me puede olvidar
Canto un tango y es una habanera
La misma manera
Tan dulce y galana y el mismo compás
Por la parte del Caribe así se escribe
Cuando una canción de amores, canción tan rica
Se la dedican los trovadores
A una muchacha o a una ciudad…
Y yo, Cádiz, te dedico y te lo explico
Por qué te canto este tango que sabe a mango
De esta manera esta habanera
De piriñaca y de Carnaval…
Son de chirigota, sabor de melaza
Guantánamo y Rota…
¡Que lo canta ya un coro en la plaza!
Que tengo un amor en La Habana
Y el otro en Andalucía
No te he visto yo a ti, tierra mía
Más cerca que la mañana
Que apareció en mi ventana
De La Habana colonial
Tó Cádiz, la Catedral (Catedral), La Viña y El Mentidero…
Y verán que no exagero
Si al cantar la habanera repito:
La Habana es Cádiz con más negritos
Cádiz, La Habana con más salero

Tradução da letra

Desde que estive em Havana, miúda
Não me podes esquecer
Tanto Cádiz diante da minha janela, tacita distante
Naquela manhã pude contemplar…
As ondas da Caleta, que é prata quieta
Partiam contra as rochas daquele passeio
Que a oscilação daquelas bocas
Chamam lhe o calçadão…
Havia carros de cavalos, era em maio
Soavam pela Alameda, pela Porta Terra
E me traziam, ai, Terra minha
Do meu Cadiz o mesmo são…
O São dos portos, doçura de goiaba
Abóboras, pomares…
Ainda pergunto quem cantava para mim…
Que tenho um amor em Havana
E o outro na Andaluzia
Não te vi a ti, Terra minha
Mais perto que a manhã
Que apareceu na minha janela
Havana colonial
Tó Cádiz, a Catedral (Catedral), A Vinha e o Mentidero…
E vão ver que não estou a exagerar
Sim ao cantar La habanera repito:
Havana é Cádiz com mais negritos
Cádiz, Havana, com mais saleiro
Verão que tenho a minha alma em Havana
Não me podes esquecer
Canto um tango e é uma habanera
Da mesma maneira
Tão doce e galana e o mesmo compasso
Da parte do Caribe é assim que se escreve
Quando uma canção de amores, canção tão rica
É dedicada pelos trovadores
Uma rapariga ou uma cidade…
E eu, Cádiz, dedico - te e explico-te
Porque te canto este tango que sabe a mango
Desta forma, esta habanera
De piriñaca e de Carnaval…
São de chirigota, sabor de melaço
Guantánamo e Rota…
Que o canta já um coro na Praça!
Que tenho um amor em Havana
E o outro na Andaluzia
Não te vi a ti, Terra minha
Mais perto que a manhã
Que apareceu na minha janela
Havana colonial
Tó Cádiz, a Catedral (Catedral), A Vinha e o Mentidero…
E vão ver que não estou a exagerar
Sim ao cantar La habanera repito:
Havana é Cádiz com mais negritos
Cádiz, Havana, com mais saleiro