Marea — Mil quilates (Directo 2008) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mil quilates (Directo 2008)" de Marea.

Letra

Menos azul y más negrura al agua pura sin color
La polla dura congelada en el arcón
No quiero besos cuando empiece el tiroteo
Que el rechinar de los muelles de somieres cuando
Quieren galopar
Es soneto y melodía y poesía de verdad
Y no tonterías del viento
Dame marrón y llévate blancos de nieve y de encalar
Le saco brillo a mi gatillo de danzar
Y las caricias se las guardas a tus muertos
Que no sabrán si verdean los cipreses o se oscurece el
Coral
Si enrojecerán los meses de quererse levantar
Del rosa de los putos cuentos
Son camaleones vestidos de oveja
Los ojos traidores que enredan madejas
Robando colores de los corazones de los que se dejan
Pero del nuestro no
Que late tranquilo sabiendo que salen
Detrás de sus hojas cientos de alacranes
Que cuidan de que esté siempre en flor
Mojo en el gris que es más añejo y nunca pedirá perdón
Que el cobre viejo me deslumbra más que el sol
De tan raídos los vestidos que se pone
Y a destilar con los puños de alambique los tabiques de este mar
Y quedarme con la esencia, que es paciencia para andar
Saliendo humo de los cojones
Son camaleones vestidos de oveja
Los ojos traidores que enredan madejas
Robando colores de los corazones de los que se dejan
Pero del nuestro no
Que late tranquilo sabiendo que salen
Detrás de sus hojas cientos de alacranes
Que cuidan de que esté siempre en flor
Si despertar son mil quilates de gloria bendita
Mejor soñarme remendando velas marchitas
Que ya estoy harto de remar, compañera soledad
De tu puerta hasta la mía

Tradução da letra

Menos azul e mais negritude à água pura sem cor
Pau duro congelado no peito
Não quero beijos quando o tiroteio começar
Do que a moedura das molas de molas quando
Querem galopar
É soneto e melodia e poesia de verdade
E não disparates do vento
Dá me marrom e leva brancos de neve e de encalar
Eu tiro o brilho do meu gatilho de dança
E as carícias guardas as aos teus mortos
Que não saberão se esverdeiam os ciprestes ou se escurece o
Coral
Se os meses de querer levantar se ruborizarem
Do rosa Dos Malditos contos
São camaleões vestidos de ovelha
Os olhos traidores que enredam meadas
Roubando cores dos corações daqueles que são deixados
Mas do nosso não
Que bate tranquilo sabendo que saem
Atrás de suas folhas centenas de alacranes
Que cuidam que esteja sempre em flor
Mojo no cinza que é mais velho e nunca pedirá perdão
Que o cobre velho me deslumbra mais que o sol
De tão desgastados os vestidos que se veste
E destilar com os punhos de alambique as divisórias deste mar
E ficar com a essência, que é paciência para andar
A sair fumo dos tomates
São camaleões vestidos de ovelha
Os olhos traidores que enredam meadas
Roubando cores dos corações daqueles que são deixados
Mas do nosso não
Que bate tranquilo sabendo que saem
Atrás de suas folhas centenas de alacranes
Que cuidam que esteja sempre em flor
Se acordar são mil quilates de glória abençoada
Melhor sonhar remendando velas murchas
Que já estou farto de remar, companheira solidão
Da tua porta até à minha